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Internacional
A Pantera sai de cena
Farrah Fawcett, atriz do seriado As Panteras e ícone de beleza nos anos 70, morre aos 62 anos, em consequência de câncer

A imagem do pôster que vendeu 12 milhões de cópias
BRAINPIX
ARQUIVO AG. ISTOÉ

"ELA FOI O ROSTO, O CORPO e os cabelos dos anos 70", definiu o New York Times sobre Farrah Fawcett. A atriz, uma das protagonistas do seriado As Panteras, morreu na quinta-feira 25, nos Estados Unidos, em consequência de um câncer retal. "Falei com ela a noite inteira. Disse o quanto a amava. Ela está em um lugar melhor agora", declarou o ator Ryan O'Neal, de 68 anos, à revista People. Ele e Farrah tiveram um relacionamento conturbado nos anos 80 e um filho, Redmond, em 1985. O'Neal voltou para o lado da atriz quando ela ficou doente e a pediu em casamento, que não chegou a ser oficializado.

Farrah sofria com a doença desde 2006. No ano seguinte, ela recebeu alta, mas, pouco tempo depois, foi diagnosticado o mesmo problema. Nos últimos meses, esteve entre idas e vindas ao hospital. Farrah's Story, documentário que mostrava o seu dia-a-dia, teve nove milhões de espectadores quando exibido nos Estados Unidos, em abril deste ano. Um dia antes de sua morte, a atriz havia sido transferida para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do St. John's Health Center, em Santa Monica, Califórnia. O'Neal tentava conseguir que o filho deles, preso por porte de drogas também em abril, tivesse liberdade condicional para ficar ao lado da mãe.

Pouco antes de estrear como Jill Munroe em As Panteras, em 1976, Farrah foi chamada para uma sessão de fotos e uma das imagens se transformou em um símbolo. A foto em que aparece de maiô vermelho, sentada e sorrindo, com os longos cabelos loiros e ondulados caindo sobre os ombros, virou um pôster que vendeu 12 milhões de cópias. No cinema, fez O Homem da Casa (1995) e Dr. T e as Mulheres (2000), mas foi na tevê que teve sucesso, como no filme televisivo A Cama Ardente (1985), pelo qual foi indicada ao Globo de Ouro e ao Emmy.

 



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