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Os próximos capítulos de Flávia
A estrela planeja engravidar no fim das gravações de Caras & Bocas, diz que é um desejo dela e da família e só um superconvite para os palcos mudaria os planos

Macedo Rodrigues Fotos e beleza Alê de Souza / Officecomm

A rotina das novelas tem sido puxada. Flávia comenta que vem de um período de duas semanas gravando de segunda a sábado, das 7h às 21h. "Foi muito punk. Fiquei duas semanas sem malhar e, quando chegava em casa, dormia", conta. E a correria de gravações de sua personagem, a Dafne, deve ser estendida. Prevista para terminar em novembro, comenta-se nos corredores da Rede Globo que a trama ficará no ar até janeiro, por conta de um atraso na próxima novela das sete, Bom Dia, Frankstein, de Bosco Brasil. No entanto, quando terminar sua novela, Flávia pretende realizar um sonho, compartilhado pelo marido e pela filha: ter mais um filho. "O filho é uma vontade que tenho e o Otaviano também, porque ele nunca teve filho, e a Giulia é louca para ter uma irmã. (...) Estou sentindo muita saudade de ter um bebê de novo em casa." O maior adversário do projeto de ampliar a família é a pretendida volta de Flávia aos palcos. A atriz quer muito fazer teatro e admite que se receber um convite tentador para fazer uma boa peça no ano que vem, sua gravidez pode esperar mais um pouco. "Estou vivendo esse dilema", admite.

''Estou sentindo muita saudade de ter um bebê de novo em casa''

Você completou 35 anos em 7 de junho. A proximidade dos 40 assusta?

Estou começando a ficar assustada, porque estão começando a me perguntar muito isso. Eu estava achando 35 tão na casa dos 30, mas agora estou achando que já é um passo para os 40. Eu estava supertranquila, crente que estava abafando (risos), achando uma delícia os 35.... Mas, sinceramente, acho que as mulheres de 40 são as mais interessantes que estão por aí, que eu conheço. São bem-cuidadas e com uma cabeça ótima. Então, penso que ter 40 também deve ser um paraíso. Só achava que estava mais distante desta idade.

Há muitas diferenças entre a Flávia de 25 e a de 35?

Muitas, mas acho que são todas para melhor, por incrível que pareça. Engravidei da minha filha, a Jujuba, aos 25. E de lá pra cá, em termos de corpo, tudo melhorou. Depois da gravidez, o corpo da mulher fica muito mais bonito, mais desenhado e acinturado. Ao menos o meu ficou bem melhor. Além disso, a cabeça só melhora. A gente passa a entender melhor as coisas da vida, a lidar com o corre-corre, a pressão, o estresse, tentando tirar proveito de tudo que faz parte do nosso dia a dia e a ansiedade é mais controlada. Enfim, acho tudo melhor.

Você já disse que planejava ter mais filhos, mas que o projeto estava temporariamente adiado. Tem pensado sobre isso?

Sim. Acabando a novela, quero engravidar. Mas se pintar um superconvite para fazer teatro, não sei o que farei. O filho é uma vontade que tenho e o Otaviano também, porque ele nunca teve filho, e a Giulia é louca para ter uma irmã. Sei que hoje, com a medicina do jeito que está, as mulheres têm filhos depois dos 40 numa boa, mas eu não queria esperar tanto. Estou sentindo muita saudade de ter um bebê de novo em casa.

Você não pensa em adotar uma criança ou tem restrições?

Nenhuma restrição. Acho que é um projeto legal. Eu queria engravidar também de pelo menos mais um ou dois filhos mas a adoção está nos meus planos. Acho lindo e maravilhoso que essa onda de adoção esteja pegando e que pessoas públicas adotem crianças e exponham isso. Antes, havia um receio, um preconceito. Não tenho nenhum grilo em adotar uma criança de qualquer idade ou raça.

Que planos são esses de fazer teatro?

Sempre quis fazer mais teatro e cinema, mas não dá para conciliar mais de uma coisa, quando a gente se encaixa num perfil de protagonista. É uma carga muito intensa de trabalho. Não tem jeito, porque ainda tem casa, filha, marido... Mas estou nesse dilema: quando acabar a novela, engravido ou volto finalmente a fazer teatro? A vida é feita de isto ou aquilo, não tem jeito e, enfim, eu ainda não sei. Mas vai ser uma coisa ou outra.

Na infância, o que você sonhava ser ou conquistar? Falta ainda alguma coisa?

Sonhava em ser, além de atriz, trocadora de ônibus ou cobradora de pedágio na ponte Rio-Niterói, porque achava que ficaria com o dinheiro todo que arrecadasse. Quando descobri que as pessoas eram empregadas, não ficavam com o dinheiro todo e recebiam salários, fiquei arrasada. E a única profissão que se manteve de pé foi a profissão de atriz. O meu plano, se eu não desse certo como atriz, era ser advogada, porque me formei em Direito, e atuar em teatro no fim de semana, como se fosse um hobby. Mas o sonho era viver da profissão de atriz e é o que eu faço hoje. Essa é a minha conquista. Posso dizer que eu sou completa, satisfeita, porque vivo da minha profissão.

Você cuida pessoalmente de suas finanças? Em que gosta de investir?

Cuido pessoalmente, sim. Ainda não tenho tantos recursos a ponto de ter que delegar essas coisas para uma outra pessoa. Meu pai era militar e a vida inteira eu ouvi dele que o melhor investimento é imóvel. Pode não ter o rendimento rápido que se tem na bolsa, pode não se ter a instantaneidade de outras aplicações, mas é garantido em épocas de alta e de baixa. É nisso que invisto.

Acredita em Deus? Em alguma situação você sentiu que estava sendo guiada por uma força superior?

Sim, em vários momentos em que a gente duvida da existência desse Deus. Como quando acontece uma tragédia, uma perda brusca, e que a gente se pega questionando: se existe Deus por que ele deixou acontecer aquilo? Mas a resposta vem mais na frente, quando a gente sente o conforto, o amparo, alguém que te guia e que vê por você. Se não, a gente não é nada, não vale nada e apenas vira pó. Não pode ser só isso.

Você abriu mão de muita coisa para alcançar o sucesso profissional?

Não abri mão de muita coisa não. Vivi minha vida, normal. E a única coisa que faço de diferente são as limitações de transitar por causa dos paparazzi, que não me agradam. Por isso deixei de ir a alguns lugares. Foi a única coisa da qual abri mão. Nem meus estudos eu larguei, porque fazia novela desde os 7 anos, mas aos 17 minha carreira ainda não tinha engrenado, já eram dez anos vendo as mesmas pessoas, os mesmos produtores de elenco, os diretores, o mesmo universo e nada se firmando. Só fui ter estabilidade, e o meu primeiro contrato longo, aos 23 anos, já formada em Direito. E hoje dou esse conselho para toda galera jovem que vejo começando.

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