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Fashion Rio
Ele é o cara
Satisfeito com o primeiro evento carioca sob seu comando, Paulo Borges consolida-se como o grande mentor das semanas de moda no Brasil e compara-se a um chef de cozinha

Luciana Franca

gILMAR BARReTO/Ag.IsTOÉ
fotos Ag.news
Com o filho, Henrique, no colo, Paulo Borges conversa com a apresentadora Ellen Jabour no Cais do Porto. O organizador recebe Regina Casé na 15ª edição do evento carioca

"Hoje o chef de cozinha sou eu, vou fazer o macarrão do jeito que acho mais gostoso", comparou Paulo Borges na quarta-feira 10, último dia da primeira edição do Fashion Rio sob sua batuta. O "banquete" da moda servido pela primeira vez no Cais do Porto foi bastante elogiado. Além da localização na área portuária que está em processo de revitalização, a organização geral do evento - da segurança às entradas das salas de desfiles e dos backstages - e os atrasos mais toleráveis entre uma apresentação e outra estavam entre os pontos positivos.

"É um evento que tem um público exigente, que está acostumado com os ambientes das maiores semanas de moda do mundo e está absolutamente satisfeito. Fomos audaciosos e de vanguarda ao fazer o Fashion Rio no Cais do Porto. São 30 anos de trabalho para isso", afirmou Paulo. "Estamos todos muito felizes", disse, referindo-se aos parceiros do grupo InBrands.

Na receita para a próxima temporada, Paulo continuará com a decisão de não colocar no line-up novos talentos e vai cortar o desfile da Lilica Ripilica, já que em nenhuma semana de moda no mundo tem a presença de uma grife infantil e, segundo o diretor da semana carioca, a participação não agrega para a marca e nem para o Fashion Rio. As mudanças devem ser ainda maiores.

"O meu empenho pessoal para o próximo verão é convidar as grifes de moda praia do São Paulo Fashion Week a se apresentarem aqui no Rio", antecipou. Além disso, um comitê de moda formado por 14 estilistas das duas cidades irá analisar outras alterações e discutir a permanência das marcas e o ingresso de novas grifes, baseando-se nos critérios essenciais estipulados por Paulo: qualidade de design, criatividade e capacidade de distribuição. O organizador também vai recriar uma feira de negócios que acontece em paralelo aos desfiles.

Outra pequena alteração para o evento de janeiro é que ele deverá se locomover e os desfiles não devem acontecer nos mesmos armazéns e no Píer Mauá desta temporada, já que no verão o porto receberá transatlânticos e seus turistas. "Aqui é uma área portuária em funcionamento. Não é como o Puerto Madero, em Buenos Aires, que muitas pessoas comparam, que é uma área desativada."

Paulo é incansável. Na quinta-feira 11, um dia após o término do Fashion Rio, ele já estava na Bienal do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, para os ajustes finais do SPFW, que começa na quarta-feira 17. O chef só descansa quando chega em casa e encontra o filho, Henrique, de 3 anos, adormecido.

"Quando eu chego tarde e ele já está dormindo, deito junto com ele", conta. Para matar a saudade do pai, que tem trabalhado exaustivamente, o menino visitou com frequência o Cais do Porto. Nos próximos dias, Henrique será visto correndo pelas rampas da Bienal para acompanhar de perto mais um banquete do grande "cozinheiro" da moda.

 



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