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"Meu marido é um vencedor"
Regina Casé conta como conseguiu trabalhar no novo quadro de humor do Fantástico enquanto lutava pela recuperação do marido, o diretor Estevão Ciavatta, que sofreu uma grave queda de cavalo

Foto AG.NEWS
"Muitas vezes estava às gargalhadas ou fazendo todo mundo rir, mas tinha vindo de um dia ou de uma noite muito diícil"

OS TELESPECTADORES que assistirem à estreia de Vem Com Tudo, novo quadro da dupla Regina Casé e Estevão Ciavatta, no Fantástico, no domingo 7, vão encontrar a apresentadora com o bom humor de sempre. O que poucos talvez saibam é que enquanto trabalhava na criação da atração, Regina enfrentava uma verdadeira "guerra".

O marido Estevão foi vítima de uma grave queda enquanto galopava no sítio do casal, em novembro do ano passado. O diretor foi submetido a uma delicada cirurgia para a descompressão da medula e ainda cumpre cinco horas diárias de fisioterapia para recuperar totalmente os movimentos. "Ninguém imagina o que eu estava passando. Muitas vezes estava às gargalhadas ou fazendo todo mundo rir, mas tinha vindo de um dia ou de uma noite muito difícil", recorda ela.

Na quinta-feira 28, Regina falou sobre o novo programa e o drama que viveu até ver o marido recuperado. "Em fevereiro, enquanto todos estavam voltando de férias, eu e o Estevão estávamos voltando da guerra. Meu marido é um vencedor."

TRABALHO APÓS O ACIDENTE

"É muito contraditório estar vivendo um momento de tanta reclusão, tão quietinha e, de repente, sair para fazer um programa na rua, com tanta gente, de humor, de ficção, coisa que eu não fazia há muito tempo. Foi muito bom porque me requisitou tanto que eu conseguia me renovar e buscar novas energias para continuar. Vi que a gente pode transmutar e aproveitar estas coisas. Quem me olhava na rua, não imaginava como estavam sendo minhas noites e meus dias."

SUPERAÇÃO

"Os amigos fizeram de tudo para a gente não se deprimir. Então, fomos criando projetos para mudar um pouco o foco e não ficar apenas na ansiedade de acompanhar as evoluções do Estevão. Começamos a trabalhar como loucos. O meu combinado com a Globo é que eu ficaria um ano me dedicando a ele e ele se dedicando à fisioterapia. Quando olhei, a gente estava fazendo um negócio muito puxado. Se alguém dissesse, enquanto estávamos no hospital, que eu estaria fazendo todo esse trabalho, eu diria que seria impossível. Acho que isso é um sinal de que eu e o Estevão, durante os 13 anos em que estivemos juntos, enchemos bem o pote da alegria. Tínhamos uma reserva e, mesmo num momento tão difícil, a gente tinha muita alegria para dar."

MEDO DA PERDA

"Eu não deixei um segundo um pensamento desse me invadir. O tempo inteiro eu pensava: O que pode ser feito de melhor para ele ficar bem, hoje? Foi muito mais um épico no sentido de estar lutando e guerreando, de ir cada dia para frente. Não quis parar e pensar: 'E agora? Como é que vai ser?' Em nenhum momento eu duvidei que ele ficaria legal."

LIÇÃO DE VIDA

"Aprendi que mesmo para quem não tem crença ou religião, é preciso ter fé na vida. É impressionante que quando você acredita, decide ir em frente e não desanima, as coisas começam a clarear e a melhorar. Eu acho que a lição que eu tirei disso tudo foi a perseverança do Estevão, ele nunca se desesperou. Se você tem uma cabeça no lugar, se é tranquilo, as chances de sair de uma barra pesada são muito maiores."

 



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