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Luiza Brunet Solteira e Feliz
Ícone de beleza aos 47 anos, a ex-modelo faz ensaio fotográfico na Cidade Luz e, quase dois anos depois do fim do casamento de 25 anos, diz que não se separou para buscar um novo amor

Macedo Rodrigues e Rosangela Honor Fotos Fernando Torquatto

''Qualquer mulher sente falta de sexo. Mas não é primordial, você acaba encontrando outras coisas que lhe dão prazer. Fico sem sexo numa boa''

No Le Café de La Paix, na Place L'Opéra, Luiza usa look John Galiano e bolsa Chanel

Você está separada há um ano e meio. Continua sozinha?

As pessoas acham que a mulher quando se separa tem obrigação de começar logo um relacionamento novo. Passei minha vida inteira casada. Me casei com 16 anos, fiquei seis anos casada. Depois, me separei e me casei imediatamente e fiquei 24 anos e meio casada. Bastante, né? Cada um tem que ter o seu timing. Não estou nem um pouco preocupada em voltar a me relacionar com alguém, estou superbem sozinha. É bom ter um companheiro, mas não é o foco da minha vida no momento.

Como tem sido passar esse tempo sozinha?

Ficar sozinha tem suas vantagens. Você tem mais tempo para a família, para você e mais tempo para pensar. Quando se está envolvida com alguém, principalmente no começo, depreende muita dedicação. Como não estou matando cachorro a grito (risos), estou serena. É uma coisa que vem com a maturidade. Não fico tão enlouquecida de querer me relacionar logo. A mulher, quando está envelhecendo, fica chata, exigente. Você tem prioridades e não quer que venha alguém te tirar daquele cotidiano.

Os relacionamentos, hoje, têm um leque maior, estão mais abertos...

Nunca tive relacionamento aberto (risos). Não tenho um modelo específico mas nunca fui uma mulher atirada, de sair na balada e namorar o primeiro que aparecesse na frente. Sempre fui conservadora.

Passou a ser mais assediada?

O assédio depende do comportamento da mulher. Não sei se existe alguém interessado, mas se existe, já percebeu que não é tão fácil assim. Não sou muito acessível. Em primeiro lugar porque não saio. E não saio com ninguém. Fico surpresa de ver mulheres que se separam e logo já têm outro, e depois outro...

E dizem assim: "minha fila anda". A minha fila não anda (risos). Então, literalmente, a minha fila não andou e só vai andar quando tiver de ser. Não fico nessa busca, nesse frenesi que muita gente fica. Esse glamour que as pessoas acham que vivo, não existe. Sou superdona- de-casa, fico aqui com meu filho. Acho ótimo ir ao cinema sozinha. Saio para jantar com uma amiga ou outra. Viajo.

Não sente realmente falta de um companheiro?

Sinceramente, não. Faço outras coisas, faço exercício físico (risos), vou à praia, vou para a academia e não fico pensando nisso.

Teme envelhecer sozinha?

Não, até porque acho que tenho grandes chances de me relacionar com alguém. Não estou fechada. Só não tenho essa preocupação. Envelhecer sozinha também pode ser uma opção. Por que não? Já fui tão realizada no meu casamento, tenho filhos maravilhosos, tenho uma filha que vai fazer 21 anos agora, um filho de 10 anos. Estou superfeliz com o meu estilo de vida, com as coisas que me ocupam.

E uma reconciliação com seu ex-marido ainda é possível?

Sempre acho que reconciliação, de namorado ou de casamento, é possível. Não é que pense nisso, mas não descarto 100%. Qualquer casal tem chance de voltar depois de uma separação, com maturidade, fazendo uma reciclagem.

Mas vocês conversaram sobre isso?

Não. A gente precisa desse tempo, depois de tantos anos de casados. Talvez não tenhamos tido a maturidade de conversar, de tentar consertar. A gente foi deixando. Tínhamos diálogo, mas quando começamos a entrar em crise acabamos perdendo.

Quanto tempo de separação?

Vamos fazer dois anos. Os psicólogos dizem que este é o prazo necessário para assimilar a separação. Depois disso ou você se reconcilia ou engrena um novo romance, vamos ver. Estou nesse prazo ainda (risos).

Você e o Armando tiveram o período das recaídas?

Não. Temos contato amigável. Quando se tem filho, você tem que ser amiga do seu ex-marido. Não dá pra ficar brigando. O mais saudável para o filho e para os pais é ter uma relação de confiança, harmônica.

Seu filho sofreu com a separação?

Qualquer criança sofre com a separação. Independentemente do problema que a tenha causado, o filho sempre cobra a volta. E pergunta: por que você está separada? Por que papai não está aqui em casa? É natural. Quando meus pais se separaram, eu era adolescente e sofri pra burro. O Antonio é pequeno e, de vez em quando, cobra a volta do pai. A Yasmin não, mora em Nova York, tem a vida dela. Mas o Armando é muito presente, pega o Antonio e faz passeios com ele. Os dois acabaram de voltar de Foz do Iguaçu. Acho que pelo fato de o Armando não ter namorada e eu também não ter alguém, o Antonio fica mais tranquilo, porque não existe uma terceira pessoa interferindo na relação.

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