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Começar de novo
À frente de sua nova grife, o estilista Renato Kherlakian conta o que aprendeu com a falência da Zoomp e diz estar blindado contra o risco de ser "ludibriado" novamente

Cleiby Trevisan/Ag. IstoÉ

Três meses após a falência decretada da Zoomp, o estilista Renato Kherlakian abre o jogo: "Aprendi coisas extraordinárias, uma delas foi contemplar, em silêncio, o declínio da Zoomp. Não sei bem se foi um castigo ou uma lição." Agora, no comando da RK Denim, ele define seu novo produto como superpremium, planeja estar nas 170 melhores vitrines do País e conquistar os clientes das grifes internacionais de jeans.

Como você resume os últimos três anos?
Foram três anos de um aprendizado espetacular. Depois de ter construído um império - falo sobre a história da Zoomp, da sua trajetória espetacular - eu me preparei para um novo conto, um novo lançamento, uma nova possível história nacional. Não deu certo. Foram anos difíceis, porém, passados.

O que é essa paixão que te move adiante?
Eu convivi com meus sonhos, devaneios e desejos até a minha adolescência. Depois, me adaptei com certa facilidade à construção de marcas, ideias, marketing e o projeto da Zoomp -- que jamais poderia supor que se tornaria um ícone no mercado nacional. Essa enciclopédia de história da moda que construí nos anos 70, 80, 90 e no novo milênio fez com que, por maiores que tenham sido as minhas decepções nos últimos três anos, eu encontrasse motivação para retornar ao mercado com um jeans de alta qualidade. O que me move é a possibilidade de dar um novo valor, um novo peso e uma nova medida ao jeans nacional.

Cleiby Trevisan/Ag. IstoÉ
Cleiby Trevisan/Ag. IstoÉ
O estilista em seu ateliê nos Jardins: "Aprendi lições extraordinárias, uma delas foi contemplar o declínio da marca Zoomp, calado. Mas também aprendi que o mercado se renova a cada instante."

Cleiby Trevisan/Ag. IstoÉ
No porta-retratos, lembranças da formatura da prima Maria Helena, em 1965
Cleiby Trevisan/Ag. IstoÉ
Amostras de aviamentos e etiquetas da nova grife

A Zoomp foi uma grife precursora no prêt-à-porter da moda brasileira. Você acredita ser capaz de criar uma nova Zoomp?
Isto é perfeitamente possível, pois o mercado é ativo, as melhores butiques do País buscam renovação em arquitetura, qualidade de atendimento, o consumidor evoluiu muito. Estou escrevendo as primeiras páginas de uma nova história com a RK Denim.

Depois de tudo que você passou, qual o seu maior medo?
Não há nada pior do que ficar indignado. O meu maior medo é ser novamente ludibriado, mas estou blindado contra isso.

Fale sobre as propostas da RK Denim.
Fiquei três anos afastado do mercado, então, a minha pesquisa foi contínua e constante. Depois da onda de grifes sendo compradas por grupos investidores, percebi uma nova fase no mercado do jeans nacional. Então, lancei a RK Denim, que oferece qualidade de produto, acabamento, aviamentação, embalagem, corte, vestibilidade tudo de primeiríssima qualidade. Meu objetivo é colocar no mercado um denim casual muito chic, que vai desde o jeans até a alfaiataria e o demi couture. Quero estar nas 170 melhores vitrines do País e conquistar uma clientela normalmente acostumada com jeans internacionais. O denim que estou fazendo não é somente premium - ele é superpremium. É um produto que, dentro de sua categoria, está no mais elevado nível nacional, com uma qualidade inigualável.

 

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