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Ping-Pong VANESSA DA MATA
"Não quis gravar um show manipulado para o sucesso"
Uma das líderes de execuções em rádio, por conta de sucessos como "Ai, Ai, Ai..." e "Boa Sorte / Good Luck", Vanessa da Mata lança seu primeiro DVD com revisão do repertório de seus três álbuns. A artista conversou com Gente sobre o lançamento:

Fotos: DIVULGAÇÃO
Vanessa da Mata diz que suas canções de amor "têm sempre uma ironia"

Por que escolheu gravar o DVD em Paraty (RJ)?
Quis fugir do eixo para onde eu estava indo e a indústria estava me levando. É claro que estou ligada à indústria fonográfica, mas dá aflição quando você vai a um lugar em que tudo é cheio de pressão. Gravar em Paraty significou voltar para a minha essência. É uma tentativa de chegar o mais perto possível de mim. Não queria um show manipulado para o sucesso. Queria um show natural.

Qual a razão de o roteiro não ter ao menos uma música inédita?
É porque o DVD faz um apanhado de minhas canções. Tinha mais de 40 para escolher menos de 20. Foi duro para mim. Foi doído.

Como "As Rosas Não Falam", de Cartola, entrou no repertório?
Cantei essa música no Som Brasil, da Globo, e recebi um elogio da Alcione. Ela me disse que nunca tinha ouvido "As Rosas Não Falam" de forma tão dramática. Fiquei com isso na cabeça, pois a Marrom conheceu Cartola e várias gravações dessa música. Concluí que tinha de gravar.

E por que regravou uma balada de Guilherme Arantes, "Um Dia, um Adeus" ?
Ouvia tudo dele quando ainda nem pensava em ser cantora. Essa música dizia muito para mim, pois é cercada de um romantismo direto, despudorado. Nunca consegui escrever assim. Minhas músicas de amor têm sempre uma ironia. Mauro Ferreira

sonoras

Quarenta Anos Caetanos,
Caetano Veloso

A terceira das quatro caixas da coleção Quarenta Anos Caetanos chega com atraso de dois anos. 83/94 reedita dez álbuns de Caetano Veloso e, como bônus, embala 20 gravações avulsas no CD Certeza da Beleza. São discos coesos que vão do exuberante ecletismo de Uns (1983) à aspereza poética de Circuladô (1991), passando pela introspecção melancólica de Caetano (1987) e pela revisão tropicalista de Estrangeiro (1989). Quanto à seleção de raridades, os duetos com Beto Guedes, Chico Buarque e Milton Nascimento reafirmam a amplitude do leque estético do artista.

Live at Last,
Stevie Wonder
Stevie Wonder demorou a entrar na era dos registros audiovisuais. Mas o fez com toda pompa. Live at Last, seu primeiro DVD, registra com apuro técnico o show captado em Londres, no ano passado, durante a turnê A Wonder Summer's Night. Ao longo dos 27 números do roteiro, que abre com tema de Miles Davis ("All Blues") e inclui medley em tributo aos Beatles e aos Rolling Stones, o compositor passa em revista sua obra monumental. Nenhum grande hit foi esquecido. A qualidade excepcional do áudio e da imagem transporta o ouvinte para a arena. Mas o brilho maior é da maravilhosa música de Wonder.

TV GLOBO/DIVULGAÇÃO

Top 5
Deborah Secco

A atriz conta quais discos gosta sempre de ouvir:

Samba Meu (Maria Rita)

Zii e Zie (Caetano Veloso)

Infinito Particular e Universo ao Meu Redor, (Marisa Monte)

(Todos de Jair Oliveira)

(Qualquer um de Chico Buarque)

 

 



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