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Betty Faria
A atriz como Salomé, no filme Bye, Bye, Brasil (1979)

Como muita criança da era pré-computador, Betty Faria já quis trabalhar no circo. Menina, ela se encantou pelo mundo circense e, ao ver um espetáculo, decidiu que era aquilo que queria fazer. A ideia de seguir entre palhaços e malabaristas não foi adiante e ela trocou o picadeiro pelos palcos.

Começou como dançarina no espetáculo Skindô (1960), mas uma lesão no joelho a fez parar. Resolveu ser atriz. Estreou no teatro ao lado de Grande Otelo em Chica da Silva (1963) e seguiu fazendo musicais. A tevê, ou "circo eletrônico", como já definiu Daniel Filho, com quem foi casada, surgiu na vida de Betty em 1968, quando ela fez o folhetim Acorrentados, na TV Rio.

No ano seguinte, foi para a Globo, e participou de A Última Valsa. Entre as muitas novelas que se seguiram, estão Pecado Capital (1976) e Tieta (1990). Paralelamente, iniciou uma carreira de sucesso no cinema e um de seus trabalhos mais importantes, coincidentemente, tinha temática circense.

No filme Bye, Bye, Brasil (1979), sua personagem, Salomé, seguia na Caravana Rolidei numa viagem pelo interiorzão do País. Foi também casada com o ator Cláudio Marzo, com quem fundou a companhia Teatro Carioca de Arte. Atualmente, está de volta aos palcos com Shirley Valentine, em cartaz em São Paulo e completa 68 anos na sexta-feira 8.

 



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