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Lilia no divã
A atriz Lilia Cabral conta que estava tensa para interpretar sua primeira protagonista na telona, diz que não dá abertura para receber cantadas de garotões como sua personagem e não aceita traição

TEXTO RENATA MENDONÇA FOTO DANIELA DARCOSO/AG.ISTOÉ

Há quatro anos quando subiu ao palco pela primeira vez para encenar a peça Divã, Lilia Cabral pressentiu que tinha um sucesso nas mãos. Dito e feito. O trabalho ganhou aplausos do público e da crítica e foi assistido por 175 mil espectadores. A atriz, porém, sabia que o texto bem-humorado da autora Martha Medeiros tinha potencial para muito mais. Com essa certeza, ela, católica, apegouse a todos os seus santos de devoção e até fez promessa para que Divã se transformasse em filme.

O resultado de sua fé superou as expectativas: após duas semanas do lançamento, o longa-metragem foi considerado um dos maiores sucessos de bilheteria do cinema nacional. Só na primeira semana de exibição, contabilizou 300 mil espectadores "Estou muito feliz. Quando isso acontece, vem tudo à cabeça, todo o processo. Foi tudo muito bom, todos se deram bem e o sucesso do filme é reflexo dessa gente talentosa trabalhando junto", comemora a atriz.

Aos 51 anos de idade, 30 deles dedicados à bem-sucedida carreira no teatro e na tevê, Lilia estreia a sua primeira protagonista no cinema. Não à toa, semanas antes do longa entrar em circuito nacional, a atriz estava tensa como uma novata. Ela chegou a assistir a 19 exibições pré-lançamento de Divã para se certificar se o público gostava ou não do resultado. "Assistiu ao filme? Gostou?", costumava perguntar a qualquer um que a abordava.

Mas a curiosidade inicial sobre a sua atuação logo dava lugar à descontração, quando o foco do assunto voltava-se para a vida sexual de sua personagem Mercedes - uma mulher de 40 anos que se transforma ao conhecer a psicanálise. Mas, quando as próprias experiências sexuais de Lilia entram em pauta, ela se mostra muito mais contida e chega a corar com algumas questões mais "apimentadas". "Não virei uma consultora sexual", brinca a atriz, visivelmente constrangida.

Casada há 14 anos com o economista Iwan Figueiredo, Lilia acredita que falar pouco sobre a sua vida íntima é uma maneira de preservar ao máximo a relação. Ao contrário da personagem, a atriz - que é mãe de Giulia, de 12 anos -, não costuma dividir a vida íntima com as amigas e, muito menos, com o grande público. Sobre sexo, ela só fala com o marido. E para que a relação não caia na rotina, a atriz costuma discutir muito sobre cada problema com Iwan. "O calar, engolir, é péssimo porque no dia em que solta, solta errado, com agressividade e daí perde a razão", ensina Lilia, que se diz apaixonada pelo marido e não vê a menor possibilidade de manter um caso extraconjugal. "Não aceitaria uma traição", diz, taxativa.

Lilia se acha uma mulher bonita e desejável, mas não dá abertura para receber nenhum tipo de cantada. Se em cena ela atrai belos "garotões" como Reynaldo Gianecchini e Cauã Reymond, na vida real ela garante que não percebe olhares de cobiça, pois está muito bem casada. "Mas até que seria bom se eu percebesse alguma coisa", emenda, com o seu jeito naturalmente engraçado de falar.

Católica, Lilia Cabral apelou para os santos e até fez promessa para que a peça Divã virasse filme

 



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