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prêmio
Noite de gala do cinema nacional
Em cerimônia marcada pela emoção, Selton Mello é o grande vitorioso do grande prêmio vivo de cinema brasileiro

TEXTO RENATA MENDONÇA

Selton Mello e Rodrigo Santoro

O discurso emocionado de Selton Mello ao receber o prêmio de melhor ator por sua atuação no filme Meu Nome não é Johnny deu o tom do Prêmio Vivo de Cinema na noite da terça-feira 14, no Espaço Vivo Rio, no Aterro do Flamengo. O clima era semelhante ao da festa do Oscar: tapete vermelho na entrada, celebridades apressadas e um incontável pipocar de flashes a todo instante. Acostumados ao glamour de Hollywood, Rodrigo Santoro e Alice Braga prestigiaram a festa do cinema nacional. Atores como Cauã Reymond e Grazi Massafera, Tony Ramos e Cássia Kiss também desfilaram pelo salão.

Conduzida pelos mestres de cerimônia, o diretor Daniel Filho e a atriz Marília Pêra, a cerimônia de entrega da estatueta Grande Otelo foi marcada por emoção do início ao fim. O filme Estômago do cineasta Marcos Jorge, conquistou o prêmio de melhor longa-metragem de ficção, direção, ator coadjuvante (Babu Santana) e roteiro original. "Agradeço à minha mãe. Ela sempre quis um canudo desses de faculdade. Espero que esse troféu possa substituir", disse ele, segurando a estatueta.

O grande vencedor da noite foi Meu Nome Não é Johnny. O filme dirigido por Mauro Lima ganhou seis troféus. Selton Mello, que viveu João Guilherme Estrella, falou sobre o trabalho. "Foi um ano difícil. Gostaria de dedicar o prêmio aos meus pais, que sempre me apoiam. As pessoas não sabem o que, às vezes, se passa aqui", disse Selton, apontando para o peito. Solidário, ele também dedicou o prêmio aos outros atores do filme.

Leandra Leal ganhadora da estatueta de melhor atriz por sua atuação em Nome Próprio, não foi à festa. Estava trabalhando em São Paulo. A mãe da atriz, Ângela Leal, leu o discurso que a filha ditou pelo telefone. "Foi o cinema que me apresentou o que eu queria ser pelo resto da vida. Provamos que é possível fazer cinema nacional autoral e alcançar o público."

Coube a Nelson Pereira dos Santos um dos momentos mais emocionantes da premiação. Um dos precursores do Cinema Novo e membro da Academia Brasileira de Letras, o cineasta foi homenageado pelo conjunto da obra. No final da apresentação de trechos de seus filmes em um telão, Nelson fez um discurso emocionado e foi aplaudido de pé

CARLOS ZAMBROTTI e PHILIPPE LIMA/ AG. NEWS

 



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