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ENSAIOS
Frenesi Polissilábico
Volume reúne discussões filosóficas e políticas publicadas previamente em revista britânica

Marcelo Lyra

O inglês Nick Hornby é mais interessante como ficcionista

O CONSAGRADO ESCRITOR

Nick Hornby (Alta Fidelidade) mantém há anos uma coluna na revista britânica The Believer. A ideia era que ele, notório devorador de livros, comentasse o que estivesse lendo. Na prática, suas leituras acabam servindo de pretexto para discussões filosóficas e políticas, além de literárias. Isso porque ele costuma relacionar os temas dos livros com atualidades e parte deles para divagações e opiniões pessoais. Alguns desses ensaios estão compilados em Frenesi Polissilábico (Rocco, 264 págs., R$ 33).

Como costuma acontecer quando um escritor tenta ser crítico, Hornby palpita sobre estilos e temas, como se quisesse reescrever a obra em questão, ou determinar o que deve ou não ser escrito, como quando afirma que os escritores não deveriam escrever tanto sobre outros escritores, pois afastariam os leitores comuns da literatura.

Outro problema é que Hornby é muito centrado em autores britânicos ou de língua inglesa. Como a maioria dos volumes não foi lançada no Brasil, e algumas digressões são exclusivamente britânicas (como questões do governo Tony Blair) o leitor pode ficar sem entender muita coisa. É inegável que se trata de um cronista com boas ideias, mas o ficcionista é bem mais interessante.

 

 

 

 

 

 



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