Como foi a viagem à África para gravar os primeiros capítulos da novela?
Foi uma pauleira porque a gente trabalhou 11 dias intensamente, começando cedinho para aproveitar a luz do dia. Mas tudo ficou muito lindo e foi bom porque eu pude conhecer a África, um lugar que eu ainda não tinha ido. Andei de elefante e nem senti medo. Os animais com os quais contracenamos eram selvagens, mas adestrados.
Qual a sensação de trabalhar pela primeira vez com seu marido?
Acho difícil que a gente contracene, pois não fazemos parte do mesmo núcleo. Mas claro que é uma delícia a gente poder estar no mesmo produto. Já tentamos nos encontrar, almoçar juntos no Projac, mas ainda não deu.
Dafne é uma personagem sensual como a Alzira, de Duas Caras?
Não vejo nada de sensualidade nela. Ela é coberta dos pés à cabeça. É uma mocinha contemporânea, cheia de personalidade, uma mulher que não leva desaforo para casa e não depende de homem nenhum.
Aprovou sua mudança de visual?
Quando cheguei para conversar com a Marília (Carneiro, figurinista da novela), batemos o martelo sobre o corte e a cor do cabelo na hora. Está prático, moderno. Eu amei.