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POP
War Child: Heroes
Álbum reúne releituras inéditas de músicas de ícones do rock em benefício de crianças vítimas das guerras

Foto: DIVULGAÇÃO
Lily Allen gravou sua versão para "Straight to Hell", do The Clash

ENTIDADE INTERNACIONAL que atua desde 1993 no auxílio de crianças vítimas das guerras, a War Child volta e meia lança projetos beneficentes para angariar fundos para suas ações. Heroes, CD que acaba de chegar às lojas, é dos mais interessantes por reunir 15 releituras inéditas de músicas de ícones do rock por nomes da nova geração, a maioria da cena britânica. Por sugestão de Bob Dylan, por exemplo, Beck revive "Leopard-Skin Pill-Box Hat" em registro distorcido e vibrante. Com o mesmo brilho, Lily Allen recria "Straight to Hell", do grupo The Clash, com adesão do guitarrista da banda, Mick Jones.

A faixa-título, "Heroes", vem do álbum que David Bowie lançou em 1977. Nas mãos dos músicos da banda nova-iorquina TV on the Radio, o tema ganhou sintetizadores e programações bem ao estilo do som do século 21. Também ousado, o grupo Hot Chip reconstruiu "Transmission", do Joy Division. Mesmo quando a releitura perde muito na comparação com a gravação original - caso da interpretação mais crua dada por Duffy para "Live and Let Die", de Paul McCartney - o disco soa interessante por enfocar o rock feito dos anos 60 aos 80 com visões contemporâneas. Até porque, citando verso do tema-título de Bowie, o projeto faz com que nomes como Franz Ferdinand, Stevie Wonder e U2 - todos presentes na ficha técnica do disco - sejam heróis, nem que seja por um dia. Mauro Ferreira

Sonoras

Trem da Minha Vida, Jorge Vercillo

O cantor e compositor registra o show inspirado no seu álbum Todos Nós Somos Um (2007). O inédito reggae que batiza o CD e o DVD confirma a intenção do artista de abrir o leque rítmico de seu repertório e fugir da fórmula que vinha desgastando sua obra. O samba "Filosofia de Amor", inédito na voz do cantor, entrou só no DVD. Sérgio Moah, do grupo Papas da Língua, participa de "São Jorges".

 

Pra Iluminar ao Vivo, Leila Pinheiro e Eduardo Gudin

A cantora põe sua técnica apurada a serviço do repertório do compositor paulista, mestre na criação de sambas em tons menores. Gudin participa do registro - gravado ao vivo em 2007 - como instrumentista e arranjador. E solta a voz em "Velho Ateu". O CD inclui a inédita "O Amor Veio me Visitar" e, a despeito de por vezes soar linear, merece atenção pela voz de Leila e pela obra de Gudin.

Jennifer Hudson, Jennifer Hudson

Com seis meses de atraso, chega ao Brasil o primeiro álbum da atriz e cantora revelada no programa American Idol. Hudson tem voz volumosa ao estilo de Whitney Houston e, como esta, segue a cartilha das baladas sentimentais e do r & b produzido em escala industrial com flertes com o rap. Jennifer Hudson faturou em fevereiro o Grammy de Melhor Álbum de r & b. (M.F.)

 

JULIAN MARQUES/AG.NEWS

 

Top 5 Túlio Dek

O cantor conta quais são seus raps preferidos:

"Triumph" (Wu-Tang Clan)
"Fim de Semana no Parque" (Racionais MC's)
"Mantenha o Respeito" (Planet Hemp)
"Respeito É pra Quem Tem" (Sabotage)
"Shame on a Nigga" (Wu-Tang Clan)

 

 



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