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''Tenho resistência em fazer o cara bonitinho''
Reynaldo Gianecchini conta que quase rejeitou o papel de amante da Lilia Cabral no filme Divã, mas admite que gosta de saber que desperta algo nas mulheres

TEXTO AINA PINTO

FOTO SAMIR BAPTISTA/AG.ISTOÉ
"As pessoas dizem: 'Lá vem o maluco do
cachecol'", conta Gianecchini, sobre o acessório que virou sua marca

Reynaldo Gianecchini parece irritado ou disperso,
riscando um papel sobre a mesa, mas a impressão engana.
Ele está é faminto. Passa das 15h e ele ainda
não almoçou. "Tenho de comer a cada três horas porque
meu estômago dói", explica. O almoço só viria
uma hora depois, entre uma entrevista e outra para
divulgação de Divã, que entra em cartaz na sextafeira
17. No filme, ele é Téo, que tem um romance
com uma mulher mais velha, Mercedes (Lilia Cabral).
Ele mesmo já passou por situação semelhante, quando
foi casado com a jornalista Marília Gabriela. "Uma
mulher que já passou por muitas coisas está mais relaxada
e quer experimentar outras situações", argumenta.
Na trama, Mercedes procura um analista por
curiosidade e muda completamente a rotina. "Ela
quer mais, mesmo sabendo que vai quebrar a cara. Tenho
essa filosofia na vida", diz.

Na produção, ele repete a parceria com Lilia, com quem trabalhou em Laços de Família (2000). Talvez seja da atriz a melhor definição do momento de Gianecchini. "Ele tem se esforçado para mostrar sua vocação", diz ela. Esse esforço tem sido longe da tevê, que ficou de lado para ele se exercitar no teatro. Por isso, não se separa dos cachecóis. "As pessoas dizem: 'Lá vem o maluco do cachecol'", ri e imita Marília Pêra, que o dirige na peça Doce Deleite, dizendo para ele proteger a voz. "Agora, eu sou um peão", diz ele, sobre a dedicação aos palcos. Também por isso, quase se recusou a fazer o filme. "Tenho resistência em fazer o cara bonitinho que beija a mocinha, mas percebi que era um projeto bonito." Ele tem buscado outros papéis, ainda que menores, como é o caso em Divã. "Uma das oportunidades que tive para dar uma remexida na carreira foi com um coadjuvante, o Pascoal, de Belíssima (2005). Foi ele que me abriu portas."

Isso não significa, no entanto, que o ator fuja da imagem de galã. "Nunca a busquei, mas não posso falar que não contribuí para isso à medida que aceitei fazer o galã da tevê", diz. O próprio filme explora essa imagem unindo três gerações de sedutores: ele, José Mayer e Cauã Reymond. "Tivemos uma conversa muito boa. Embora a gente tenha histórias diferentes, há essa coisa que nos une, de sermos galãs. Gosto disso, de saber que despertamos algo nas mulheres. É gostoso saber que você provoca isso." A volta à tevê será em 2010, em uma novela de Sílvio de Abreu. Até lá, ele continuará no teatro. "Tenho dias livres, para estudar ou para sair e beber com os amigos", diz ele, que abandonará as noitadas paulistanas. "A temporada acabou e, portanto, também terminou minha razão de estar aqui. Vou viajar com a peça e quero conhecer outras realidades. Isso já me garante um ano prazeroso."

 



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