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Rodrigo Santoro
PEDRO AGILSON/ AG. ISTOÉ
Em 1993, Rodrigo estreou na tevê, na novela Olho no Olho
WALDEMIR FILETTI/ AG. ISTOÉ

Para conseguir o papel de Raúl Castro em Che, em cartaz no Brasil, Rodrigo Santoro teve de convencer o diretor, Steven Soderbergh. Argumentou que faltava um brasileiro no elenco formado por atores de países da América Latina. Deu certo. Mas não foi essa a única ocasião em que teve de insistir. No começo da carreira, ele foi reprovado em um teste para a minissérie Sex Appeal.

No mesmo ano, em 1993, uma segunda tentativa o levaria ao primeiro papel na tevê, uma pequena participação em Olho no Olho. Depois disso, começou a ser escalado todo ano para novelas globais, até Estrela Guia (2001). Foi nessa época que estreou o filme Bicho de Sete Cabeças, que lhe rendeu o prêmio de melhor ator no Festival de Brasília – e uma vaia quando seu nome foi anunciado. Rodrigo era visto por parte do público como mais um galã de novelas e, não, um bom ator. Dali em diante, a história mudaria. As participações na tevê ficaram escassas.

A última foi na terceira temporada de Lost (2007), a série americana que é fenômeno mundial. A carreira internacional começou da mesma maneira que na tevê, com pequenas participações. Em As Panteras Detonando (2003), arrancou suspiros ao viver um surfista vilão. Vieram depois o épico 300 (2006), um longa ao lado de Jim Carrey (I Love You Phillip Morris, inédito no Brasil) e outros três a serem lançados. A próxima aparição na tevê nacional será na série Som e Fúria, sem estreia definida.

 



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