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O retorno de Silvia
A apresentadora Silvia Poppovic volta à tevê com um programa que mistura notícias e debate na Band e conta que uma fã deu um empurrãozinho para sua contratação

TEXTO BRUNO DEMINCO FOTO KARINE XAVIER/AG.ISTOÉ

Foi numa tarde de passeio no condomínio onde tem uma casa de campo, em São Paulo, que Silvia Poppovic conseguiu, com um golpe de sorte do destino, voltar à tevê depois de dois anos. No final de 2008, quando levava a filha Ana, de oito anos, para treinar montaria, a jornalista encontrou, por acaso, o empresário Johnny Saad, dono do grupo Bandeirantes e seu ex-patrão. O encontro foi marcado por um gostoso e saudosista bate-papo que logo foi interrompido por uma senhora, uma das inúmeras fãs da apresentadora. "Não acredito que você está fora do ar. Como podem deixar você sem um programa na televisão? Com quem a gente fala para conseguir que você volte?", queria saber a tiete. Sem pensar duas vezes, Silvia brincou: "Você está diante de um dono de emissora."

Depois de poucos minutos e muitas razões, o poderoso Saad estava mais do que convencido a dar uma atração nova para a jornalista. "Tem horas que o nosso anjo da guarda fala através dos outros", concluiu a apresentadora. De volta à programação da Band, com o diário Boa Tarde, Silvia mistura notícias e debate, uma de suas principais marcas na televisão. Durante sessenta minutos, das 13h10 às 14h10, a jornalista esquenta a repercussão de fatos diários com especialistas de várias áreas, além de contar com a participação do público. "Sempre acordei cedo e li os jornais, para mim isso é um hábito. É muito gostoso poder resgatar nesse programa o meu lado jornalístico depois de tantos anos só com os debates", contou.

É na sala do requintado apartamento no bairro de Higienópolis, em São Paulo, que a jornalista cumpre a sua rotina antes de ir para a emissora. Em meio às várias obras assinadas por artistas brasileiros, como o paulistano Sergio Fingermann, um de seus prediletos, Silvia se divide entre a leitura das principais notícias e os carinhos da pequena mascote Naná, uma maltês branca. "Já desmontei tudo isso aqui várias vezes, já fiz festa de integração da escola da Ana, montei tenda no meio da sala, já fiz aniversário da cachorrinha", conta ela, sobre as múltiplas funções de sua ampla sala.

Das janelas do apartamento, que ocupa o último andar do edifício, é possível avistar o estádio do Pacaembu. "Quando tem show aqui, a gente vê tudo", gaba-se, com bom humor. De volta à telinha desde a segunda-feira 23, Silvia completa o momento "maravilhoso" que já estava vivendo ao lado do marido, o endocrinologista Marcello Bronstein, e da filha. "Eu não achava que a família parecia ser um pilar tão importante e foi o que percebi desde que me tornei mãe", conta a jornalista, que se tornou mãe aos 45 anos.

"Tem horas que o nosso anjo da guarda fala através dos outros", diz Silvia, sobre a tiete que a abordou durante um encontro com Johnny Saad, dono da Band

 



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