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Comédia Dramática
Simplesmente Feliz
Diretor faz reflexão sobre a sociedade ao pôr em confronto dois personagens opostos

Sally Hawkins (ao centro) recebeu o Urso de Prata e o Globo de Ouro

O DIRETOR MIKE LEIGH tem grande apreço por mulheres idealistas, quase sempre pessoas comuns, que ele retrata com habilidade e delicadeza. Em Simplesmente Feliz, ele aborda a história de Poppy (Sally Hawkins), uma garota alegre, extrovertida e meio atrapalhada, que trabalha como professora primária. Ela parece não levar nada a sério, mas seu estilo de vida é posto à prova quando decide aprender a dirigir, pois seu professor revela-se quase um oposto: solitário, individualista, maníaco por regras e padrões.

O professor representa a sociedade conservadora que globalmente não tolera quem foge ao padrão mas, individualmente, especialmente em pessoas próximas, é capaz de aceitar o mesmo comportamento que condena. É desse confronto entre a anarquia libertária de Poppy e a padronização social do professor que Leigh extrai uma interessante reflexão sobre a sociedade.

A atriz Sally Hawkins vem referendada pelo Urso de Prata e pelo Globo de Ouro de melhor atriz, mas vale prestar atenção também no professor, feito por Eddie Marsan (o genro de Vera Drake, filme anterior de Leigh), um dos grandes atores britânicos da atualidade. (12 anos) Marcelo Lyra

 



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