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A Cidade Ilhada
Milton Hatoum vai além de Manaus em histórias curtas em que estrangeiros, a memória e a morte são personagens frequentes

ADRIANA VICHI

A DIFERENÇA MAIS NOTÓRIA entre A Cidade Ilhada (Companhia das Letras, 128 págs., R$ 31), primeiro livro de contos de Milton Hatoum, e seus romances é o fato de as narrativas não se passarem apenas em Manaus, mas também em outros países. As semelhanças, no entanto, são mais fortes, a começar por personagens que reaparecem, como Tio Ran, de Cinzas do Norte, que agora está em "Varandas de Eva" e "Dois Tempos".

A presença de estrangeiros, da memória e da morte é constante nos textos mais que enxutos, pontuados por aforismos, como em "Uma Estrangeira na Nossa Rua", em que o narrador comenta: "(...) e só depois entendi que a língua, e não a nacionalidade, nos define." Há ainda sonoridades surpreendentes, como no quase verso do mesmo conto: "O comprador derrubou o muro, a casa, a acácia. Tudo."

Em tom de lembrança, até Jean-Paul Sartre se torna personagem. Em "Dois Poetas da Província", um professor conta ao aluno sobre um jantar com o filósofo francês que, ao ver turistas fazendo barulho no restaurante em Manaus, pergunta: "Quem são os verdadeiros selvagens?"

As histórias têm, no geral, finais esperados. Parecem narrativas de situações que, no passado, foram espetaculares e que, olhadas através da lente do tempo, perderam o seu impacto.

A que abre o livro, "Varandas de Eva", é uma delas. Mas há outras como "A Casa Ilhada", cuja trama amorosa se insere entre os melhores contos nacionais do gênero, e "Um Oriental na Vastidão", de um lirismo impressionante. Aina Pinto

Li e gostei
Júlio Rocha

"Minha dica é A Modificação, clássico modernista de Michel Butor, escrito em 1957. Trata-se de um livro sobre paixão, felicidade e fidelidade. É excelente!" (disponível em sebos)

Júlio Rocha é ator

TV GLOBO/ DIVULGAÇÃO


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