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Sonoras
Negro Cor, Dá no Coro Com envolvente trama de vozes e percussões, o grupo carioca brilha neste disco que reforça o elo BrasilÁfrica e que exalta o orgulho negro. Os arranjos do maestro Sérgio Sansão valorizam músicas de Caetano Veloso ("Milagres do Povo", 1985), Milton Nascimento ("Louva-a-Deus", 1997) e Djavan ("Milagreiro", 2001). "Angilalanga", tema da África do Sul, cantado em dialeto daquele país, beira o sublime.

 

Grace / Wastelands, Pete Doherty O britânico Pete Doherty (ex-Libertines) surpreende em seu primeiro disco solo. Baladas como "I Am the Rain" pontuam o repertório. Esqueça o pop dançante de sua atual banda, Babyshambles. Grace / Wastelands é disco comportado, de tons acústicos. Doherty refinou até seu canto, como pode ser percebido em "Salome".

A surpresa é "Sweet by and by", cujo clima jazzy evoca cabarés dos anos 30.

 

It's Blitz, Yeah Yeah Yeahs Difícil identificar a banda de garagem do disco anterior, Show your Bones (2006). O Yeah Yeah Yeahs limpou seu som neste terceiro álbum em que os sintetizadores aparecem mais do que as guitarras. O grupo americano sai do circuito do indie rock para as pistas com repertório sedutor. "Zero", "Heads Will Roll" (faixa que reverbera ecos da disco music), "Skeletons" e a balada "Runaways" já bastam para impor o CD entre os melhores do ano. (M.F.)


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