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Trajetória
"Sou militar"
Mãe dos trigêmeos Laura, Beatriz e Vinícius, Fátima Bernardes revela os segredos do casamento de 19 anos com William Bonner, confessa-se fanática por sapatos e, disciplinadíssima, conta como ajuda os filhos a estudar mesmo durante o horário de trabalho

TEXTO LUCIANA BARCELLOS

FOTOS MAURO NASCIMENTO/AG.ISTOÉ

Rio de Janeiro, sensação térmica de 40 graus e mosquitos reinando na manhã em que Fátima Bernardes fotografava no aprazível Jardim Botânico. Quem a visse naquele momento, plácida e com o mesmo sorriso admirado por 40 milhões de telespectadores, juraria que ela estava dentro de uma invisível redoma de ar-condicionado a 22 graus de temperatura. Em um de seus lugares favoritos, a apresentadora do Jornal Nacional cumprimentava a todos e atendia ao pedido de alguns visitantes que, surpresos de vê-la ao vivo, pediam para registrar o momento em suas câmeras. Simples, sem frescura e com o horário contadíssimo para chegar à Rede Globo, ela preferiu trocar de roupa para as fotos no banheiro mais próximo do cenário escolhido, embora tivesse um espaço reservado pela produção no casarão onde fica a sede administrativa. Entre uma troca e outra, Fátima revelou um lado engraçado, desconhecido do público: brincou queixando-se do tamanho dos quadris enquanto experimentava um vestido de crochê. "Olha para isso...Papai do Céu podia ter me dado menos culotes. Eles podiam ser menores ou não existir", riu. "Dava para tirar dois bifões." Bobagem para quem tem uma forma privilegiada aos 46 anos. Alimentação regrada, cuidados com a pele e uma aplicaçãozinha de botox anual na testa, para suavizar as rugas de expressão ajudam a manter a forma. E, acreditem, ela nunca precisou pintar o cabelo por causa dos fios brancos. "Não é uma bênção?", indaga. "Tenho alguns fios, mas são tão misturados que não preciso pintar. Acha que vou reclamar com Papai do Céu? Então, deixa o bifão aqui no quadril!"

Fátima é dona de uma credibilidade inquestionável e de uma carreira invejável. Casada há 19 anos com o editor e apresentador William Bonner, com quem há dez divide a bancada do telejornal de maior prestígio do País, o Jornal Nacional, é mãe dedicadíssima. Cuida em detalhes da criação dos trigêmeos Laura, Beatriz e Vinícius, de 11 anos. Alto-astral e bem-humorada, ela credita seu sucesso pessoal e profissional ao fato de encarar a vida com simplicidade. "Sou de bem com a minha vida", resume.

FOTOS MAURO NASCIMENTO/AG.ISTOÉ
"Acredito que as pessoas são capazes de se reconciliar depois de uma traição. Se o que foi positivo durante muitos anos valer a pena ainda, por que não?"

Para equilibrar a rotina de dona-de-casa e jornalista, ela começa cedo. Acorda às 6h30, toma café da manhã com William e os filhos, lê os jornais e recebe as notícias do dia por celular. Mantém a forma com sessões de ginástica três vezes por semana e faz aulas de espanhol e francês. E, claro, leva as crianças ao colégio e as meninas ao balé. Qual o segredo para administrar tantas coisas e ainda aparecer linda e bem-disposta na bancada do JN? Muita disciplina. "Eu sou muito militar, quase um generalzinho", assume.

''Eu planejo demais,William detesta. A gente tenta equilibrar.Tem horas que deixo que ele me surpreenda''

No casamento, embora divida as tarefas com Bonner, é ela quem gosta de planejar tudo. Do fim de semana às férias da família. "Eu planejo demais, ele detesta. A gente tenta equilibrar. Tem horas que deixo que ele me surpreenda", ensina ela.

Você é tida como exemplo para muitas mulheres. Essa imagem pesa?
Não. Felizmente tenho um casamento ótimo. Cheguei a um lugar que é muito visto e cobiçado. As pessoas me veem na tevê e imaginam que a gente tem vida de comercial de margarina. Ninguém imagina que já acordei de madrugada por causa da febre do meu filho, que tive que esperar amanhecer para levá-lo ao hospital, que fui trabalhar com olheira e o cabelo estava um horror. Há momentos em que as coisas não funcionam, mas o público não vê.

FOTOS MAURO NASCIMENTO/AG.ISTOÉ
"Ninguém imagina que acordo de madrugada por causa da febre do meu filho, que fui trabalhar com olheira e que o cabelo estava um horror"
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