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SÉRIE
Fringe
Nova produção do criador de Lost, J.J. Abrams, não é inovadora, mas usa bem os elementos de ficção científica

Os protagonistas Peter (Joshua Jackson), Olivia (Anna Torv) e Walter Bishop (John Noble)

UM AVIÃO EM MEIO a uma tempestade aparece nas primeiras cenas de Fringe, série de J.J. Abrams, criador de Lost, e que estreia na terça-feira 17, às 22h, no Warner. A sequência inicial é uma óbvia referência ao sucesso mundial do produtor, mas as semelhanças param por aí. O avião não cai em ilha misteriosa, mas pousa com segurança causando um alvoroço: todos a bordo estão mortos e seus corpos, derretidos. Aí, começam as semelhanças com outro hit, Arquivo X.

Na investigação, a agente do FBI Olivia (Anna Torv) tem o namorado contaminado e, para salvá-lo, vai atrás de Walter Bishop (John Noble), um cientista maluco. Assim, ela conhece Peter (Joshua Jackson, de Dawson's Creek), filho dele, que se torna seu parceiro. Todos os elementos trash das séries de ficção científica estão lá. Há vírus misteriosos, laboratório sombrio em um porão e até uma experiência com LSD.

Fringe não tem o requinte estrutural de Lost, com idas e vindas no tempo, mas é boa. Tem atores competentes, e o primeiro episódio lança o mistério que vai conduzir a história. Mas a nova série não é tão inovadora. Apenas usa bem elementos conhecidos do público.
Aina Pinto



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