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No Line on the Horizon
U2 experimenta sons orientais e volta a flertar com a eletrônica em seu 12º álbum de inéditas

Fotos: DIVULGAÇÃO
Bono e companhia gravaram o disco em quatro cidades

APÓS FAZER INCURSÕES radicais pela cena eletrônica e pelo pop artificial nos anos 90, o U2 ensaiou na atual década uma volta às raízes com álbum sintomaticamente intitulado All That You Can't Leave Behind (2001). Seguiu-se disco superestimado, How to Dismantle an Atomic Bomb, lançado no fim de 2004 e consagrado no Grammy de 2006. Já o CD que chega às lojas esta semana, No Line On The Horizon, flagra o grupo irlandês quase na mesma rota do álbum anterior, mas sinaliza desgaste. Com produção dividida entre três fiéis colaboradores da banda (Brian Eno, Daniel Lanois e Steve Lillywhite), o 12º disco de inéditas do U2 foi gravado desde 2007 entre as cidades de Dublin, Nova York, Londres e Fez (Marrocos).

Como já prenunciou o rock "Get on Your Boots", escolhido para primeiro single, No Line On the Horizon é trabalho mediano. No disco, o U2 volta a flertar com a eletrônica, mas de forma menos radical. Há bons momentos como o rock "Stand up Comedy", de tom politizado. Há também as baladas épicas típicas da banda, caso de "Moment of Surrender", mas fica a impressão de que o U2 já trilhou esses caminhos com mais energia. Até a voz de Bono Vox parece ter perdido parte do viço. A novidade é o leve sotaque oriental de faixas como "Cedars of Lebanon" e "Fez - Being Born", efeitos das sessões no Marrocos. No mais, as guitarras de The Edge continuam frenéticas em rocks como "Magnificent" e "Breathe". Sem que desapareça a sensação de o disco já ter sido feito antes - e com mais inspiração.
Mauro Ferreira

sonoras

A História dos Novos Baianos e Outros Versos, Moraes Moreira Em DVD gerado a partir do seu livro homônimo escrito em 2007, com inspiração na literatura de cordel, o compositor reconta sua trajetória desde os Novos Baianos. Editado também em CD, o show foi gravado na Feira de São Cristóvão, reduto carioca de nordestinos. Filho de Moreira, Davi Moraes brilha como guitarrista da banda. Dentre as duas inéditas, o destaque é "Spok Frevo Spok". Fotos: DIVULGAÇÃO

 

Fotos: DIVULGAÇÃO

Maria Alcina Confete e Serpentina, Maria Alcina
Projetada nos anos 70 com seu estilo provocante, que motivou absurdo processo do governo militar da época por subversão, Maria Alcina volta à cena cercada de músicos indie. Desde seu álbum de estreia, editado em 1973, a cantora não lançava disco tão bom.

A predominância é de marchinhas e sambas, novos e antigos, mas o som é moderno com uso de recursos eletrônicos na dose exata.

 

Samba e Jazz, Wagner Tiso
Gêneros que têm a mesma matriz africana, coincidentemente gravados pela primeira vez no mesmo ano de 1917, o jazz e o samba são entrelaçados por Wagner Tiso. Ele envolve amaxixado samba do pioneiro Sinhô (1888 - 1930), "Volta a Palhoça", com o suingue típico das seminais big-bands do jazz. Vale destacar também a orquestração do "Samba do Grande Amor" (Chico Buarque). (M.F.)




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