- Anuncie
- Assine

 
 
 
Reportagens // Home
 
- Edição Atual
- Anteriores
 
- Imagens
- Frases
- Urgente
- Moda
- Estilo
- Fernanda Barbosa
- Paulo Borges
- Agito
- Aconteceu
- Celebridade
- Reportagens
 
- Cinema
- Música
- Livros
- Teatro
- Gastronomia
- Televisão
 

Atualize-se com a
IstoÉ Gente!




- Fale Conosco
- Expediente
- Anuncie
- Assine
- Loja 3
 

 


Ensaio
Menina veneno
Giovanna Ewbank, que já fez análise para vencer a timidez, diz que não admite namorado controlador e que ser independente aos 22 anos assusta os homens

TEXTO LUCIANA BARCELLOS FOTOS LUCIANA AVELLAR/AG. ISTOÉ

Ela já foi uma caipira impagável em Malhação e um furacão de sensualidade como garota de programa em A Favorita. Essa extroversão, contudo, só existe na ficção. Extremamente tímida, Giovanna Ewbank confessa que já fez análise para lidar melhor com o problema. "Luto muito contra isso. É até meio ridículo, mas nunca cheguei num homem. Não consigo nem olhar", conta. A atriz só abre uma concessão quando está muito interessada. "Então dou uma olhadinha para que o cara venha falar comigo. Mas só faço isso quando não estou me aguentando de vontade", avisa.

Curiosamente, foi por causa da timidez que Giovanna chegou à carreira artística. Após fracassar em alguns testes para comerciais, ela entrou num curso de interpretação para ficar mais desinibida. "Era terrível, esquecia o texto, gaguejava, ficava roxa, travava. Entrei no curso e comecei a viver melhor. As aulas eram como uma terapia para mim", conta. Aos poucos, a timidez foi diminuindo. No terceiro teste para Malhação, Giovanna foi chamada para fazer a tal caipira. A experiência deu certo e ela foi escalada para atuar em A Favorita e, agora, é contratada da Globo até 2011.

Descendente de italianos e escoceses, nascida numa família de classe média alta paulistana, Giovanna começou a trabalhar aos 16 anos. Estilosa, desenhava as próprias roupas. Um ano depois, abriu uma grife com uma amiga. Aos 18, decidiu tentar a sorte como modelo no Exterior e morou quase um ano com um ex-namorado, em países como Itália, Espanha e Holanda. "Passei perrengue nesse período. Fiquei perdida em Milão: não tinha dinheiro para nada, não falava a língua, não sabia me locomover. Logo eu, que nunca tinha andado de ônibus no Brasil, não fazia nada em casa, tive que aprender a me virar, andar de metrô, limpar a casa, cozinhar", relembra.

Aos 22 anos, Giovanna é uma mulher independente. Embora isso seja motivo de orgulho, ela argumenta que algumas vezes atrapalha. "Assusta os meninos da minha idade que geralmente ainda moram com os pais. E eu gosto dos mais moleques, dos mais novos mesmo", confessa. A atriz diz não admitir namorado controlador. Já terminou um relacionamento de dois anos por não se submeter às inseguranças do parceiro. "Sofri muito por causa de ciúme. Não podia usar saia, decote ou conversar com ninguém. Trocava de roupa milhares de vezes. Gostava dele, mas não deu. O ciúme atrapalha muito", diz. Para conquistá-la, além da confiança, tem que ter bom humor e, de preferência, gostar de esportes. "Gosto de dar risada, de moleque que fala besteira. O cara tem que ser muito divertido, gostar do que eu gosto, ser fiel e ser amigo dos meus amigos", enumera.

Há mais de dois anos morando no Rio, a atriz admite ter incorporado comportamentos típicos do carioca. "Vou à praia quase todos os dias. Corro, pego sol, e quando o mar está mais calminho, levo meu pé-de-pato e vou nadar. Me sinto mais positiva", conta ela, que mora de frente para o mar na Barra da Tijuca. A única coisa que Giovanna ainda não pegou dos cariocas foi o sotaque. "Mas como a minha última novela se passava em São Paulo, correu tudo bem", brinca, carregando no paulistês.

 

PÁGINAS :: << Anterior | 1 | 2 | 3


Copyright © 2009 - Editora Três Ltda. - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução total ou parcial deste website, em qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização.
ContentStuff Media Solutions | Gestão de Conteúdo | CMS