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Daniela Mercury

Um sucesso que começava com uma negativa. Uma cantora desconhecida que repetia "não, não, não" seguida por uma forte batida percussiva. A novidade era tamanha que rapidamente a cantora virou fenômeno. Daniela Mercury, a dona da voz, começou a chamar a atenção do público além dos limites de Salvador com o "Swing da Cor", a música com a negativa, em 1992 (ano da foto ao lado). Chegou a ter um show interrompido em junho daquele ano, quando se apresentava no vão livre do Masp, reunindo 20 mil pessoas e parou o trânsito na avenida Paulista. Teve de ser retirada do local. Logo foi contratada por uma grande gravadora e lançou O Canto da Cidade (1993), que chegou a dois milhões de discos vendidos. Feito raro, juntou Tom Jobim, Chico Buarque e Caetano Veloso em seu especial de tevê. Ex-backing vocal de Gilberto Gil, a baiana inovou com seus batuques misturados a rock e baladas. Quando usou sons eletrônicos, recebeu a primeira vaia no Carnaval baiano, em 2000. Chegou a gravar um álbum só de MPB, o Clássica, de 2005, depois voltou aos tambores. Há quem diga que ela é "culpada" pela onda axé-music. Esse talvez não seja o adjetivo correto, mas "responsável", de certa forma, é. Foi ela quem expandiu os percursos dos trios elétricos para além das ruas de Salvador. Mas nunca saiu de lá e, este ano, comemora dez anos de seu trio independente, além de sair no Crocodilo.

 


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