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DRAMA
O Casamento de Rachel
Anne Hathaway é o pivô de uma crise familiar examinada com minúcia pelo diretor Jonathan Demme

A INTERPRETAÇÃO DE ANNE HATHAWAY na pele de uma viciada em drogas é a maior surpresa de O Casamento de Rachel. E a indicação ao Oscar confirma o quanto a estrela de O Diário da Princesa e O Diabo Veste Prada é digna de papéis mais complexos. Não se pode negar, contudo, que seu talento desabrocha com tamanha intensidade porque a atriz conta não com um, mas com dois fatores que agem em seu favor. O roteiro da estreante Jenny Lumet (filha do diretor Sidney Lumet) promove uma lavagem de roupa suja às vésperas do casamento da Rachel do título, irmã da personagem de Anne e para o qual ela é liberada da clínica de reabilitação. As raízes dos conflitos familiares, que não são poucos, afloram em diálogos contundentes e, principalmente, por gestos e atitudes reveladoras. Aí entra a maestria de Jonathan Demme, que já se mostrara um cineasta de miudezas em obras como Filadélfia e O Silêncio dos Inocentes. Com uma câmera na mão, ele se aproxima do naturalismo e penetra sem cerimônia na intimidade dos protagonistas. Seu filme passa como um rolo compressor. Faz a emoção transbordar dentro e fora da tela. (14 anos) Suzana Uchôa Itiberê

 


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