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Cleo Pires
AG. O GLOBO
DIVULGAÇÃO/ GLOBO

Ela tinha 21 anos quando deixou com cara de bobo Chico Buarque, Arnaldo Antunes e Paulo José no videoclipe da música Alegria, que fez parte da divulgação de Benjamim (2003), filme de Monique Gardenberg baseado no livro de Chico. Em cena, Cleo Pires desfilava na frente dos três interpretando Ariela Masé e Castana Beatriz, suas duas personagens no longa. O trabalho no cinema deu a ela um prêmio de melhor atriz no Festival do Rio, um ingresso para as novelas e a imediata atenção do público. Foi uma estreia ousada, não apenas pelo fato de ter feito dois papéis, como também pelas cenas fortes. Dois anos depois, ela seria transformada em versão nacional de Lolita com a Lurdinha, de América. Antes do filme, com apenas 12 anos, Cleo, filha de Glória Pires e Fábio Jr., havia participado da minissérie Memorial de Maria Moura (1994, na foto do alto). Dividiu o papel principal com a mãe, mas preferiu não continuar na tevê. Ela só voltaria a atuar no filme. Depois vieram a motoqueira Letícia de Cobras & Lagartos (2006), a professora Margarida de Ciranda de Pedra (2008) e, atualmente, a submissa Surya, de Caminho das Índias. No cinema, foi também Sofia em Meu Nome Não É Johnny (2008). E Cleo ainda canta. Gravou com Orlando Morais e as irmãs Antônia e Ana uma música para o irmão mais novo, Bento. Também ganhou do músico, seu pai, como ela o define, uma canção com seu nome.

 

 

 

 


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