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Turismo
Betty Gofman descobre o Butão
A atriz, que foi à Índia para gravar caminho das índias, conta sua aventura pelo pequeno reino místico que fica encravado na encosta da cordilheira do himalaia

Ao lado, com dois monjes. Abaixo, com um senhor lindo que encontrei na rua

"O que não tem preço é a doçura das pessoas. O olhar de felicidade, a beleza do lugar, a paz que te passam"

BETTY GOFMAN

Para compensar, as pessoas são doces, muito doces. Surpreendem pela gentileza e gostam de fazer pequenas surpresas como o livro A História de um Cachorro no Butão, presentinho que deixaram na minha cama no hotel. Também me diverti muito num karaokê. Em troca de algum dinheiro, pessoas vestidas com trajes típicos cantavam e dançavam de um jeito bem diferente de qualquer coisa a que estamos acostumados. As canções são em butanês e as danças são realizadas com movimentos delicados, que resultam numa coreografia muito interessante.

Tudo no Butão é feito de detalhes. Mesmo as maravilhas naturais e místicas que existem por lá. Como a montanha onde fica um monastério encravado nas pedras. É a coisa mais linda do mundo. Não parece que foi construído, mas que ele veio voando do céu e pousou lá na montanha com uma nascente bem ao lado. As paredes são decoradas com pinturas incríveis em ouro. Quando eu vi, fiquei tão maravilhada que a minha primeira reação foi colocar minha cabeça na água.

Outro lugar interessantíssimo que visitei foi um templo feito de colunas pintadas. Me contaram que foi construído pela mãe e pela esposa de um homem que morreu naquele exato local. Nesse lugar, as pessoas devem rezar dando volta em cada uma das colunas porque elas têm significados diferentes. A lenda diz que, a cada volta, um sino soa e afasta os carmas ruins.

Sou uma andarilha e a experiência de estar lá, descalça, foi uma das coisas mais prazerosas que fiz na minha vida. Me senti presenteada. Eu faço ioga e, quando cheguei ali, tive uma vontade louca de praticar, tamanha a energia mística do local. Foi uma experiência mágica, ainda mais vestida com uma túnica linda chamada anouki, que eu comprei na Índia.

Mas repito: o que não tem preço é a doçura das pessoas. O olhar de felicidade, a beleza do lugar, a paz que te passam o tempo todo. Lá, eles pregam a não-violência, a preservação da essência da tradição e a ligação com a espiritualidade e a natureza. Sou muito assim e por isso me senti tão bem em um lugar tão distante, mas tão especial quanto o Butão. (Depoimento a Simone Blanes)

 

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