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Turismo
Betty Gofman descobre o Butão
A atriz, que foi à Índia para gravar caminho das índias, conta sua aventura pelo pequeno reino místico que fica encravado na encosta da cordilheira do himalaia

Quando cheguei ao Butão, um país pequeno, mas cheio de boas energias, agradeci o conselho de uma amiga. Ela me disse que, já que eu estaria na Índia por conta das gravações da novela Caminho das Índias (em outubro), não poderia deixar de conhecer aquele lugar especial. Parecia que eu estava em outro mundo, muito diferente do nosso. Com aproximadamente 680 mil habitantes e uma área pouco menor que a do Rio Grande do Norte, o Butão é um reino entre a China e a Índia, onde o povo é completamente apaixonado por seu rei. Nos rápidos três dias que passei no país com meu marido, Hugo Barreto, testemunhamos o momento de transição em que o rei Jigme Singye Wangchuck passou o trono para seu filho, Jigme Khesar Namgyal Wangchuck, de 28 anos, e reuniu seu povo nas ruas para falar sobre as mudanças, pessoalmente. Todos são apaixonados por ele.

No Butão, o mais importante é ser feliz. A cena em que o povo estava todo reunido diante do rei parecia de filme, assim como a cidade com ruas largas, rodeadas por montanhas e um rio no meio que lembra um cenário.

Outro aspecto muito diferente é que lá não tem esse negócio de ganância. Em vez de PIB, tem o FIB, de Felicidade Interna Bruta. A felicidade faz parte da riqueza do país. Não adianta destruir a natureza e os valores para se ter objetos de consumo. É uma terra encantada que preserva sua cultura e dá muito valor à religião. Eles seguem o budismo como uma filosofia de vida em que impera a generosidade. Também chama a atenção o jeito de vestir da população. As vestes são lindas. Nas ruas, as pessoas se vestem com roupas tão lindas que parecem figurinos. Até os uniformes das crianças são incríveis, com tecidos estampados e em cores muito vivas. Comprei alguns tecidos incríveis, enormes, bordados à mão, o que deve demorar meses para fazer porque os pontos são pequenos e minuciosos. Dava vontade de levar tudo, mas tive que me conter porque eram caríssimos. Eis o maior problema do Butão: as coisas são caras e existe uma taxa diária que você paga para estar lá.

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