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Gomorra
Em obra corajosa, escritor revela assustadores pormenores de ações da máfia napolitana


Fotos: DIVULGAÇÃO
Roberto Saviano é jurado de morte pela Camorra

O JORNALISTA E ESCRITOR Roberto Saviano tem muito a comemorar. Ele está vivo. A Camorra, a máfia napolitana, havia jurado matá-lo até o Natal. Saviano vive sob a proteção do governo italiano desde 2006, quando lançou Gomorra (Bertrand Brasil, 450 págs., R$ 39), um retrato sem concessões da máquina do crime organizado de Nápoles, mas cujos tentáculos se estendem pelo mundo – Brasil inclusive. A obra chega por aqui juntamente com a versão para o cinema dirigida por Matteo Garrone. O favorito ao Oscar de produção estrangeira pesca personagens e fatos do original para desenvolvê-los em uma trama seca, de violência brutal. Já o livro traz detalhes aterradores que, como diz o autor, “os filmes não contam; param um momento antes”.

Saviano viveu infiltrado por cinco anos e faz questão de citar o nome da cada um dos chefões. O narcotráfico é o carro-chefe da Camorra, que atua em ramos tão diversos quanto a moda e a coleta de lixo. Há casos escabrosos, como o do contêiner lotado de corpos de chineses, ou dos jovens drogados usados como cobaia por traficantes para testar a qualidade da mercadoria. O relato é direto, jornalístico, mas das entrelinhas brota o espírito de bravura e dignidade de alguém que abdicou da liberdade de ir e vir em favor da moral. Suzana Uchôa Itiberê

 

Infantil

Fotos: DIVULGAÇÃO

O livro-objeto

Com obras como O Livro Inclinado, editado agora no Brasil, o americano Peter Newell revolucionou o modo de contar histórias

O artista norte-americano Peter Newell sacudiu a literatura infantil no início do século 20 ao usar o livro não apenas como base para o texto, mas como parte integrante da história, alterando o formato do volume e, muitas vezes, a direção da leitura. O recém-editado O Livro Inclinado (Cosac&Naify, 48 págs., R$ 35), como deixa claro o título, tem um design inusitado que dialoga com a narrativa: um carrinho de bebê desgovernado que desce a ladeira causando confusão por onde passa. As rimas bem-humoradas e as ilustrações feitas por Newell, que lembram a Nova York de antigamente, completam o charme desse clássico. Em breve, será lançada outra obra do autor, O Livro do Foguete, em que um garoto acende um projétil que vai abrindo caminho por um prédio até o telhado, através dos vários andares e respectivas cenas da vida doméstica. Marina Monzillo

ROGÉRIO ALBUQUERQUE/AG.ISTOÉ

 

 

Li e gostei Gilberto Kassab

“Li muitos livros que gostei, mas Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, eu li na infância e até hoje me lembro porque é um clássico inesquecível de um grande escritor brasileiro.” (Ática, 208 págs., R$ 20,90)

Gilberto Kassab é prefeito de São Paulo




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