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Gloriosa
Marília Pêra acerta na composição da lendária cantora americana Florence Foster Jenkins



Fotos: DIVULGAÇÃO

A QUALIDADE DO TRABALHO de Marília Pêra é elemento mais do que suficiente para recomendar Gloriosa, montagem realizada com habitual competência por Charles Möeller e Claudio Botelho. Considerada a pior cantora do mundo nos EUA da década de 40, Florence Foster Jenkins surge em cena como uma figura destituída da autocrítica que a permitiria se aprimorar tecnicamente, apesar de portadora de inegável vocação para o canto.

Marília revela perfeita noção de timing e admirável domínio vocal. Eduardo Galvão está correto como o músico Cosme McMoon, que evolui do constrangimento ao vínculo afetivo no convívio com Jenkins, e Guida Vianna imprime boa dose de vivacidade às personagens circunstanciais que interpreta. O resultado satisfatório alcançado em todos os setores da encenação supera o valor modesto do texto de Peter Quilter, que não suscita muitas leituras para além daquelas evidenciadas durante a apresentação. O retrato de Jenkins como mulher atravessada pelo descompasso entre a percepção que tem de si mesma e o modo como os outros a veem acaba sendo um tanto sublinhado pelo autor, que produz uma dramaturgia carente de doses maiores de complexidade e refinamento.
(12 anos) Daniel Schenker Wajnberg

Teatro Fashion Mall – Estrada da Gávea, 889, loja 213, Rio, tel (21) 3222-2495. Até 1/3.


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