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O Curioso Caso de Benjamin Button
Filme sobre homem que rejuvenesce com o tempo é reflexão sensível sobre a idade

DIVULGAÇÃO
Os astros Brad Pitt e Cate Blanchett têm eficientes atuações

 

BASEADO EM um conto de Scott Fitzgerald, O Curioso Caso de Benjamin Button, de David Fincher, conta a história de um bebê que nasce com a síndrome de progeria, uma rara doença que faz com que a criança pareça um velho. Tido como aberração e abandonado num asilo de velhos pelo pai, Benjamin é criado como idoso, apesar de ter apenas sete anos, mas vai rejuvenescendo à medida que os anos passam. Uma pista é o relógio da estação ferroviária, que anda para trás, bem como o número do quarto do hotel onde ele se hospeda, que muda registrando a idade do personagem.

O filme impressiona pelo ótimo trabalho de maquiagem, favorito ao Oscar. Consta que nas cenas em que está mais velho, o ator Brad Pitt precisava de até cinco horas por dia para ser maquiado. Já a caracterização de Cate Blanchett vem em sentido contrário, já que sua personagem, Daisy, amor de Benjamin, envelhece enquanto ele rejuvenesce. Mas esse trabalho todo não seria nada sem as eficientes atuações de Pitt e Cate, baseadas na postura corporal.

O diretor Fincher (Clube da Luta) dá conta dos 80 anos de vida do personagem com um bom domínio do ritmo da montagem. O espectador nem sente passarem os 165 minutos de duração. Isso é particularmente importante num filme narrado de forma não-linear, com constantes idas e vindas no tempo.

Há um clima de fantasia que lembra Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas, de Tim Burton, mas com o clima épico de Forrest Gump. Não por acaso, tem o mesmo Erich Rott como roteirista, que repete a técnica de ter um narrador contando a história no presente, com os fatos do passado surgindo em flash-backs. Com isso, Fincher faz um belo registro da passagem do tempo, resultando numa sensível reflexão sobre a velhice. Sem favor algum, é o melhor trabalho do diretor. (Classificação Indicativa: a conferir) Marcelo Lyra


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