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Pedro Bial

ARQUIVO/EDITORA TRÊS

DIVULGAÇÃO/TVGLOBO
Em 1991, ano da foto do alto, começava a Guerra do Golfo. Pedro Bial fez a cobertura do conflito. Lançou um livro sobre o que passou por lá, lembrando que chegou a comer olho de carneiro, em jantar com um beduíno. Em 1996, depois de oito anos como correspondente internacional, acompanhando de perto fatos como a queda do Muro de Berlim (1989) e o fim da União Soviética (1991), voltou ao Brasil para apresentar o Fantástico e, em 2002, estreou como apresentador do Big Brother Brasil. Ex-jogador de basquete da seleção juvenil, Bial passou a viver em uma espécie de pêndulo, que ora o leva a ser animador de reality show, ora a ser repórter. Foi assim em 2005, quando após a quinta edição do programa, foi fazer reportagens sobre a morte do papa João Paulo 2º. Com a mesma desenvoltura que trata anônimos em busca de fama e dinheiro como “heróis” em uma “nave louca”, cita e escreve poesia. Dirigiu um filme, Outras Estórias, e um documentário sobre João Guimarães Rosa. Pai de três filhos, com quatro casamentos no currículo (o atual, com Isabel Diegues), ele não esconde que se envolve com as histórias dos participantes do BBB, agora na nona temporada. “Em oito edições, já me apaixonei por uns (participantes) e já odiei outros, mas nunca torci por ninguém. Só torço pelo Fluminense”, declarou no site do programa.

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