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A Troca
Angelina Jolie está arrebatadora como uma mãe em busca do filho, em obra dirigida com sensibilidade por Clint Eastwood

DIVULGAÇÃO
Angelina Jolie é uma Christine frágil, mas obstinada

EM 10 DE MARÇO DE 1928, a mãe solteira Christine Collins deixou o filho, Walter, de 9 anos, sozinho em casa para cobrir o turno de uma colega na companhia telefônica de Los Angeles. Quando voltou, o garoto havia desaparecido. Cinco meses depois, o departamento de polícia da cidade, conhecido à época pela brutalidade, corrupção e incompetência, anunciou que encontrara a criança e a devolvera à mãe. Nada melhor que um desfecho feliz para revigorar a reputação da corporação. Pelo menos, até Christine revelar que o garoto não era Walter e que abrigara o impostor por insistência do delegado. O que ocorria quando uma mulher desacreditava os supostos defensores da lei? Eram internadas em instituições psiquiátricas, onde tomavam choques elétricos. Christine recebeu ajuda do reverendo Gustav A. Briegleb, um líder da comunidade que pregava contra a violência e a desonestidade policial. O caso foi parar no Tribunal e teve desdobramentos surpreendentes.

Essa história real foi resgatada pelo jornalista e roteirista J. Michael Straczynski e traduzida em imagens por Clint Eastwood no comovente A Troca. Desde que dirigiu Meryl Streep em As Pontes de Madison, o cineasta tem investido em marcantes personagens femininos. Hilary Swank levou o Oscar por Menina de Ouro e Angelina Jolie deve ser nomeada à estatueta porque está estupenda como Christine – frágil, mas obstinada. Eastwood na direção é como vinho: melhora a cada ano que passa. A trama é dramática por si só e vem acompanhada por uma singela trilha sonora, composta pelo próprio cineasta. Astuto observador da natureza humana, ele mostra como Christine estremeceu os alicerces de uma sociedade machista e opressora, sem fazer muito barulho. (16 anos) Suzana Uchôa Itiberê

 


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