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Caetano Veloso

ARQUIVO/ AG. ISTOÉ

MURILLO CONSTANTINO/ AG. ISTOÉ

Os caracóis dos cabelos de Caetano Veloso cantados por Roberto Carlos deram lugar a um leve ondulado grisalho, marca do tempo, saudado pelo baiano como um “senhor tão bonito”. É esse visual que ele exibe no atual projeto com o Rei, cantando Tom Jobim, usando camisa e paletó discretos, diversos do terno “xadrez marrom” e camisa de “gola rulê laranja-vivo”, como conta em Verdade Tropical, seu livro de 1997. O style tinha a ver com a proposta musical, a Tropicália, que nasceu em 1967 e morreu no ano seguinte, tendo tempo o bastante para chocar platéias, como no festival em que cantou “É Proibido Proibir” e vociferou contra a caretice. Exilado em 1969 em Londres, voltou em 1972, um ano depois de ser homenageado com “Debaixo dos Caracóis de Seus Cabelos”. De lá para cá, Caetano só fez mudar, não apenas no visual. Fez a Alegria, Alegria no solo inaugural (1967), levou compradores a devolverem o experimental Araçá Azul (1972), saudou “Sampa” em Muito (1978), fez sua “Queixa” popular em Nomes, Cores (1982, ano da foto desta página), foi Estrangeiro (1989). Aos 66, está às voltas com Zii e Zie (tios e tias, em italiano), uma “obra em progresso”, como o nome de seu blog. Ali, escreveu: “Sou um medalhão transviado, como já disse, e me sinto até bem com esse negócio.”

 


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