- Anuncie
- Assine

 
 
 
Televisão // Home
 
- Edição Atual
- Anteriores
 
- Imagens
- Frases
- Urgente
- Moda
- Estilo
- Fernanda Barbosa
- Paulo Borges
- Agito
- Aconteceu
- Celebridade
- Reportagens
 
- Cinema
- Música
- Livros
- Teatro
- Gastronomia
- Televisão
 

Atualize-se com a
IstoÉ Gente!




- Fale Conosco
- Expediente
- Anuncie
- Assine
- Loja 3
 







Fernanda Young
Salve, simpatia

Aina Pinto

Fotos: DIVULGAÇÃO
Letícia Spiller protagoniza o especial escrito por Fernanda Young
RUBENS CHAVES/ AG. ISTOÉ

Escrito por Fernanda Young e Alexandre Machado, Nada Fofa traz Letícia Spiller como Nádia, advogada bem-sucedida e nem um pouco simpática. Tentando ser mais sociável, ela tem delírios com um personagem de sua infância, uma ave gigante e cor-de-rosa. Vai ao ar na terça-feira 23, por volta das 23h, na Globo.

Ser "fofa" é um objetivo de Nádia?
É um objetivo do subconsciente dela, simbolizado por essa alucinação que ela tem, de um pinto fofinho que pede para ela ser legal. Todo mundo tem seu lado fofo e, se ele é abafado, volta-se contra si mesmos.

Como definiria uma mulher "fofa"?
Alguém sempre sorridente que vê fofura em tudo ao seu redor e age meio infantilmente o tempo todo.

A alucinação de Nádia é uma espécie de Grilo Falante com jeito de Garibaldo, de Vila Sésamo?
É uma espécie de Grilo Falante (de Pinóquio), sim, e tem algo de todos os personagens infantis mais famosos, acho. Tem também um pouco de Jeannie (de Jeannie É Um Gênio) e umas pitadas de Alf (de Alf, o ETeimoso).

É a primeira vez que terá um texto dirigido por Jorge Fernando. Como aconteceu essa parceria?
Ele foi dar uma entrevista no Irritando Fernanda Young e clicamos de imediato. Ele dá um outro tom ao nosso texto e isso é estimulante.

Há projeto de Nada Fofa se tornar programa na grade de 2009?
Já tem mais histórias para a personagem? Se as pessoas gostarem do especial, quem sabe Nada Fofa vire um seriado. Vamos ver.

Gianecchini interpreta D. Pedro I, pai do futuro imperador

Fim de ano
Infância real

O Natal do Menino Imperador, no ar na terça-feira 23, narra um episódio fictício na vida de D. Pedro II quando criança

Não se pode dizer que o País foi exatamente "governado" por uma criança, mas essa passagem curiosa da história nacional, quando D. Pedro II tornou-se imperador aos seis anos, - embora só tenha assumido o poder aos 15, com a antecipação de sua maioridade -, serve de mote para O Natal do Menino Imperador, especial que a Globo exibe na terça-feira 23, depois de A Favorita.
A partir desse fato real, começa a ficção. O programa, que tem narração de Fernanda Montenegro, começa com o imperador já idoso, interpretado por Sérgio Britto, lembrando um Natal marcante em sua infância, quando tinha 9 anos (Guilhermo Hundadze). Já órfão, ele vivia com o tutor, o severo Marquês de Itanhaém (Guilherme Weber), com a camareira-mor, D. Mariana (Aracy Balabanian), e com a recordação das conversas com o pai, D. Pedro I (Reynaldo Gianecchini). No especial, com texto de Péricles Barros e direção de núcleo de Denise Saraceni, Pedro conhece o escravo Dito (João Ramos), que não conhece o monarca e o trata como uma criança comum.


Copyright © 2008 - Editora Três Ltda. - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução total ou parcial deste website, em qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização.
ContentStuff Media Solutions | Gestão de Conteúdo | CMS