- Anuncie
- Assine

 
 
 
Cinema // Home
 
- Edição Atual
- Anteriores
 
- Imagens
- Frases
- Urgente
- Moda
- Estilo
- Fernanda Barbosa
- Paulo Borges
- Agito
- Aconteceu
- Celebridade
- Reportagens
 
- Cinema
- Música
- Livros
- Teatro
- Gastronomia
- Televisão
 

Atualize-se com a
IstoÉ Gente!




- Fale Conosco
- Expediente
- Anuncie
- Assine
- Loja 3
 







Crepúsculo
Versão cinematográfica da história de amor entre uma adolescente e um vampiro tem divertidas cenas que não estão no livro

Marina Monzillo

A ADAPTAÇÃO de um romance muito querido é sempre um risco. No caso de Crepúsculo, best seller da norte-americana Stephenie Meyer, havia agravantes: a história é narrada em primeira pessoa por Bella Swan, que descreve em vários momentos as emoções que sente ao olhar, se aproximar ou ficar distante do seu amor, Edward Cullen. Como traduzir isso em imagens? Outro desafio foi compilar 416 páginas em duas horas de filme, sem excluir diálogos que viraram até tatuagens nos corpos dos fãs mais fervorosos. Existia ainda a grande expectativa em relação à aparência e desempenho do ator que viveria o lindo e charmoso Edward.
A diretora Catherine Hardwicke (Treze) e a roteirista Melissa Rosenberg encararam a prova e passaram na média, acertando mais em alguns pontos do que em outros. Trata-se de um filme bonito, para românticos - adolescentes ou não. Aos 17 anos, a tímida Bella (Kirsten Stewart - excelente!) se muda para a cidadezinha de Forks, no estado de Washington, Estados Unidos e, no colégio, conhece Edward (Robert Pattinson - numa interpretação um tanto apática).
Aos poucos os dois se aproximam e a menina nota que o rapaz é incrivelmente forte, rápido e pálido. Descobre, então, que ele é um vampiro. Mas Crepúsculo não é um romance gótico. Edward e sua família optaram por beber apenas sangue de animais silvestres e não matar humanos. Isso não impede que ele deseje, além do amor, também o sangue de Bella.
As cenas românticas não decepcionam. Detalhes foram mudados da história original, mas nada importante ficou de fora. Até algumas adições, como o momento em que ele a leva ao topo de um altíssimo pinheiro, são bem-vindas. Mas a sensação de superficialidade em relação ao livro é mais intensa do que em outras adaptações recentes, como as de Harry Potter. (Classificação Indicativa: a conferir)


Copyright © 2008 - Editora Três Ltda. - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução total ou parcial deste website, em qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização.
ContentStuff Media Solutions | Gestão de Conteúdo | CMS