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Argentina aos pés de Madonna
Em sua terceira passagem pelo país, a pop-star chega com os filhos a Buenos Aires para a turnê Sticky & Sweet Tour, diz ter chorado pelo cancelamento de um dos shows e, dias antes de desembarcar no Brasil, leva o público às lágrimas ao cantar "Don't Cry for me Argentina"

TEXTO E FOTOS SIMONE BLANES, DE BUENOS AIRES

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Quando Madonna encarnou Evita Peron no cinema e cantou "Don´t Cry for Me Argentina" não imaginava que 13 anos depois voltaria a Buenos Aires e, em sua terceira visita ao país, repetiria os mesmos versos, só que em referência a si mesma. Na noite de quinta-feira 4, a rainha do pop fez sua primeira aparição pública na capital da Argentina, no palco do Estádio Monumental de Nuñez, em River Plate. Sentada ao lado de músicos ciganos, ela arrancou lágrimas das 66 mil pessoas que lotavam o local quando dedilhou num violão os primeiros acordes da canção-símbolo da eterna primeiradama Argentina. Foi a primeira vez que cantou a música na turnê Sticky & Sweet Tour 2008. Naquele momento, a material girl foi definitivamente perdoada pelo incidente que acontecera no dia anterior. Ela havia suspendido sua primeira apresentação em Buenos Aires por conta do atraso do avião que trazia parte de seus equipamentos de som e figurinos. O Boeing 747 teve problemas técnicos e ficou preso no Panamá. A previsão de pouso era para as 15h15, mas o avião só conseguiu aterrissar em solo argentino às 21h30, quando já não havia mais tempo para a apresentação. Por conta do imprevisto, a norte-americana Madonna Louise Veronica Ciccone, descendente de italianos, ferveu seu sangue latino e caiu em lágrimas. Em nota oficial, logo depois do cancelamento do show, ela declarou que estava muito triste e pediu desculpas aos fãs que a aguardavam desde a madrugada de terça-feira 2, na porta do estádio. "Estou muito decepcionada por cancelar meu show esta noite. Realmente estava ansiosa para começar o primeiro dos quatro shows na Argentina. Quando me dei conta de que parte de meus equipamentos não chegariam a tempo, chorei", escreveu. "Felizmente, estou em condições de reprogramar a apresentação e peço desculpas pelos inconvenientes que causei. Espero ver todos vocês no estádio River Plate amanhã à noite e durante o final de semana. Com amor, Madonna."

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Madonna cumprimenta Ingrid Betancourt na Casa Rosada, ao lado da presidente Cristina Kirchner

Mas nem o imprevisto conseguiu abalar a expectativa de quem estava em Buenos Aires por conta dos quatro shows da turnê que se iniciou em 23 de agosto no País de Gales e que se encerra no Brasil, com a última apresentação em São Paulo, no dia 21 de dezembro. A romaria dos portenhos por Madonna começou na segunda-feira 1, quando a cantora desembarcou de um avião particular no aeroporto Jorge Newbery, às 14h20. Acompanhada por seus filhos Lourdes Maria, de 12 anos (de seu relacionamento com Carlos Leon), Rocco, de 8 (seu filho com o ex-marido Guy Ritchie) e David Banda, de 3 (adotado no Malawi), além de uma equipe de 220 pessoas entre maquiadores, dançarinos, músicos, massagistas, personal trainer e um especialista em quiropraxia, ela seguiu diretamente para o hotel Four Seasons, no bairro da Recoleta, onde se hospedou na suíte presidencial do La Mansion, que fica em uma casa anexa que com uma entrada diferente da convencional do hotel. Vestindo um moleton violeta, a loira causou tanto frisson com sua chegada que a polícia teve que fechar a rua lateral que dá acesso à entrada da suntuosa mansão branca com detalhes de tijolos pintados em vermelho e azul, e que mais parece um castelo de conto de fadas. O cenário de rainha também se estendia para o interior da suíte que, com 180 metros quadrados, tinha banheiro revestido de mármore nobre, camas king-size e televisão de LCD de 40 polegadas. Quem quisesse passar um dia no mesmo hotel de Madonna, e com os mesmos luxos, teria de desembolsar uma diária de US$ 8 mil.

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