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Roberto Carlos
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Em quase 50 anos de carreira, desde sempre considerado um dos cantores mais populares do País, Roberto Carlos emplacou praticamente um sucesso por ano, desde o "disco de bossa nova", Louco por Você, de 1961, até o retorno à bossa, este ano. Do início, nos anos 60, época da foto desta página, há "Parei na Contramão" (1963),

"É Proibido Fumar" (1964), "Quero que Vá Tudo Pro Inferno" (1965), esta última considerada tão emblemática quanto "Chega de Saudade" no seu lançamento. Em 1971, a Jovem Guarda saiu de cena. O disco daquele ano iniciava com "Detalhes" (1971). Naquela década, lançou "O Portão" (1974), "Os Seus Botões" (1976), "Cavalgada" (1977). Exatos dez anos depois do começo do período romântico, lançou "Emoções".

O ritmo foi mudando, vieram as coletâneas, mas, ainda assim, há canções como "Mulher Pequena" (1992) e "Amor Sem Limite" (2000) que já são clássicas. Na quarta-feira 25, vai ao ar seu 34º especial na Globo, mostrando o novo trabalho, uma volta à bossa acompanhado por Caetano Veloso em músicas de Tom Jobim.

HERALDO PLATZ/AG.ISTOÉ title=

 


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