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Mais que um guia de viagens
Em Fazendo as Malas, Danuza Leão conta das visitas que fez a quatro cidades européias

Aina Pinto

Não-ficção

COMO COMPOSITORA, Adriana Calcanhotto construiu obra de inspiração tropicalista, pautada por referências poéticas e experimentais. Contudo, o público que freqüenta os shows da artista sabe que, em prosa, seu texto é afiado por ironias e humor mordaz. Esse estilo dá o tom espirituoso de Saga Lusa (Cobogó, 168 págs., R$ 29), o primeiro livro da cantora. Calcanhotto estréia na literatura com texto de nãoficção em que relata a bad trip que vivenciou em Portugal, na estréia da turnê do show Maré, em maio deste ano.
A matéria-prima da narrativa é a turbulência mental enfrentada pela artista desde que um equivocado coquetel de medicamentos provocou um surto psicótico e infeccioso. A autora relata com verve a sensação de angústia que minou seu ânimo e a obrigou, até mesmo, a cancelar uma das apresentações em Portugal. Em Saga Lusa, Calcanhotto revela uma escrita de eventual ousadia na forma. Já o conteúdo, embora envolvente, tem seu interesse diluído ao longo da narrativa, pois fica repetitivo na segunda metade. No todo, o relato poderia estar num blog, mas prima pela ótica inusitada da escritora estreante.

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