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Loura ou morena, sempre Danielle
A mãe de Noah, de 11 meses, diz que não tem nada da loura fatal que o público se acostumou a ver, que é uma mulher simples que sonha ter mais dois filhos - possivelmente um adotivo - e conta como voltou à boa forma depois da gravidez

TEXTO MACEDO RODRIGUES FOTOS ANDRÉ PASSOS/ABÁ mgt

Blusa e saia D&G
Cinto SAMUEL CIRNANSK
Sandálias CHLOÉ para SHO & PURS

‘‘Não tenho a intenção de ter um filho só da barriga, mas também um filho do coração. Ele virá de onde Deus mandar’’

DIZ DANIELLE WINITS, QUE DESEJA TER MAIS DUAS CRIANÇAS

Danielle Winits acha graça, mas admite que no imaginário coletivo ela é uma louraça fatal, um furacão de sensualidade. A atriz atribui isso ao fato de estar sob holofotes desde os 17 anos e de o público ter acompanhado seus romances como se fossem folhetins. Ela lembra que saiu da adolescência para a idade adulta como um “nervo exposto”. “Passei publicamente pelo processo que todo mundo passa, de namorar, errar, quebrar a cara, o caminho natural do amadurecimento, bancando todas as minhas histórias pessoais”, explica. Além disso, grande parte de suas personagens e dos ensaios fotográficos que fez exploravam a sensualidade da loura. Uma visão bem diferente da que ela tem de si hoje, aos 33 anos. “A Danielle é morena, construiu uma família, quer ter três filhos, adora ir ao supermercado... É, enfim, uma mulher simples.”
Casada há dois anos e dez meses com o modelo e ator Cássio Reis, com quem teve Noah, de 11 meses, Danielle não aposentou a louraça e sabe que a qualquer momento ela estará de volta. “Ainda vou encarnar a sexy. Não tenho a menor dúvida que terei de buscar em mim essa personagem”, reconhece. Por enquanto, ela vem curtindo uma espécie de licença- maternidade atrasada e compulsória. Apenas dois meses depois de ter tido Noah, a atriz iniciou as gravações do seriado Guerra e Paz, atendendo a um convite especial feito por Carlos Lombardi. “Ele até modificou a história, colocando a minha personagem grávida para que eu pudesse gravar. Fiquei muito lisonjeada”, conta Danielle. Nem o autor, nem a atriz imaginavam que as gravações só começariam no início de março, quando o pequeno Noah tinha apenas dois meses de vida. “Mas aí eu topei porque estava superfeliz por ter tido neném. E meu filho já começou a vida sabendo que o trabalho da mãe dele é diferente.” De fato, Noah passou seis meses freqüentando o set de gravações, sendo amamentado a cada duas horas. “Ele foi meu companheiraço”, lembra a atriz, que gostou de não ter sofrido o confinamento que a maioria das mães enfrenta nos primeiros meses de amamentação. “Não sofri clausura. Tudo acabou sendo prazeroso porque estava cercada de pessoas queridas.”
No filho, a atriz encontrou ainda uma felicidade inimaginável. “Sei que é clichê, mas a maternidade é mágica mesmo. E não consigo falar do Noah sem falar do Cássio. Ele foi o agente que me trouxe o maior presente, o maior acontecimento, o momento mais feliz da minha vida.” Uma emoção que deve se repetir num curto espaço de tempo. Danielle revela que já saiu da maternidade querendo ter mais dois filhos. “Com diferença de dois anos entre eles, para que cresçam juntos”, acrescenta ela, que viveu praticamente como filha única. “Meu irmão tem oito anos”, diverte- se ao falar de Victor. O casal, porém, cogita adotar uma criança e a atriz tem freqüentado a Fundação Romão Duarte, que cuida de crianças em situação de abandono no Rio. “De repente meu filho pode vir daí. Não tenho a intenção de ter um filho só da barriga, mas também um filho do coração. Ele virá de onde Deus mandar.”

Em três anos você se casou e teve filho. É muita mudança?
Quando me casei teve gente que disse: “Ela casou agora, mas namorou várias pessoas...” Ora, ainda bem que pude viver com intensidade minha juventude. E ainda vivo assim. Só estou vivendo outras coisas, com maturidade, com uma família, o que sempre foi o meu sonho. Sempre busquei o conto de fadas mesmo. Hoje as pessoas se relacionam rápido e logo acham que encontraram a pessoa da vida. É uma pena. Todo mundo deveria viver seus exaustivos 20 anos, com suas inseguranças, incertezas e paixões arrebatadoras. Foi bom eu poder ter vivenciado essas experiências antes de um encontro maduro. Minha felicidade é resultado disso, de ter seguido minhas intuições, ter vivido as dores, alegrias e experiências com muita verdade, intensidade, independentemente de julgamento.

Cássio te deixou mais reservada?
Quando os dois estão no mesmo barco, há uma igualdade de metas, do que vai ser importante. E tudo veio junto: a vontade de formar o ninho, de casar e de ter um filho. Acabamos ficando mais reservados. Tem gente que quer construir uma família, porque brincou de casinha e aprendeu que isso era o certo. Não é. É uma escolha. Você pode viver com amigos, pode ser mãe com produção independente... Mas as escolhas têm de ser bem pensadas. Não é só ter um filho e pronto. Você vai ser responsável por aquela criança.

Considera Cássio sua alma gêmea?
Não acredito em alma gêmea. Você acaba se interessando pelo outro por aquilo que você não tem, que você admira e tem como uma referência bacana. Somos diferentes, temos temperamentos diferentes e isso é o que faz um casal ser inteiro, que faz a gente descobrir o outro a cada dia.

Profissionalmente você ajuda o Cássio?
Como melhores amigos que somos, a gente procura entender as necessidades de cada um. Temos esse companheirismo, essa vontade de que o outro dê certo, de que o outro esteja feliz no momento profissional e isso acaba abrindo brechas para opinar, porque você sabe que aquilo só vai somar. Não existe competição, não existe ciúmes...

Quais sãs as últimas gracinhas de Noah?
São travessuras! Ele acha que já anda e fica em pé encostado. Ele se vira como se fosse sair andando. Para a gente é uma preocupação, não pode tirar o olho um segundo.

Ser morena é mais fácil do que ser loura?
Para mim não. A gente vive ainda num País tão cheio de picuinhas: se você é loura, é loura burra. Pode ser que para os outros seja mais fácil ser morena, mas para mim não faz diferença.

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