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Sociedade
O casamento de Luciana Tranchesi
Na cerimônia mais badalada dos últimos tempos no High Society paulistano, a filha da empresária Eliana Tranchesi, Dona da Daslu, casa-se com Guilherme Mussi em festa chique e animada para 1.300 convidados

POR SILVIANE NENO

ALICE LIMA FOTOGRAFIA

Quando os portões da Villa Daslu se abriram para os primeiros convidados na noite da sexta-feira 31, começava uma das festas mais memoráveis da história do maior complexo de luxo do mundo. O motivo era doméstico e o resultado, cosmopolita, como apenas São Paulo pode oferecer. A megaestore, que um dia abriu no domingo para atender o ator Anthony Quinn e a mulher, dessa vez foi cenário da elegância sutil do casamento de Guilherme Mussi e Luciana Tranchesi. Lu, 19 anos, nascida Piva de Albuquerque Trancresi, é filha do cardiologista Bernardino Tranchesi Junior e de Eliana Piva de Albuquerque Tranchesi, a dona da casa. Gui é filho de Liliane Mussi e Carlos Ferreira.

De todos os eventos que já ocuparam o gigantesco terraço da Daslu, nada se comparou, em sofisticação e muito menos no quesito gente jovem bonita e reunida, ao que se viu na sexta-feira. O lugar foi vestido de flores brancas e folhagens desde o estacionamento. Em todos os ambientes da suntuosa construção em estilo neoclássico havia sofás, poltronas e pufes forrados de algodão branco em composição com outros em listras verdes e brancas. O cuidado e o esmero dos anfitriões eram percebidos em todos os detalhes. No bufê, assinado por Andrea Fasano, pequenos cartões escritos à mão informavam de que se tratava cada delícia. As bebidas: tinto italiano "Ili Bruciato" safra 2005, uísque Chivas 12 anos e, of course, champanhe Taittinger Brut Prestige Rosé.

A cerimônia foi singela. A noiva, bem naif, usava um clássico tomara-que-caia forrado de renda de Sandro Barros - o costureiro das noivas da Daslu. O cabelo longo foi semipreso com uma fivela de pérolas. A pequena Rafaela, filha de Geyse e Abílio Diniz, foi uma das daminhas.

Noivos abençoados, aumentam os decibéis. O DJ Milton Chuquer abriu a festa e a banda Rod Hanna botou todo mundo para dançar com sucessos dos anos 1970. Telões mostravam o que pouca gente viu: cenas da cerimônia religiosa realizada na fazenda dos pais do noivo no interior de São Paulo, em 18 de outubro passado, destinada somente para a família e os amigos mais próximos.

No festão da Daslu as atenções eram voltadas para o desfile de grifes, penteados e jóias. Na semana do casamento as apostas nas rodas femininas giravam em torno do que vestiriam Eliana Tranchesi e Donata Meireles, diretora da casa. "Imagine poder passear entre as araras de mais de 130 marcas internacionais e escolher o vestido que quiser", suspirava uma cliente do cabeleireiro Marco Antonio De Biaggi na tarde de sexta-feira no salão do mago das tesouras. Dali saíram várias convidadas, direto para o endereço no bairro paulistano da Vila Olímpia. Dúvida esclarecida: Donata escolheu um Dolce Gabanna Pink e Eliana, um Daslu Couture prata e colar e pulseira em safira e brilhantes. Marcela Tranchesi, irmã da noiva, foi de Prada vermelho.

Tribos, todas elas. Do jet set internacional, estavam Andrea Dellal, de Versace; Charlene Shorto, de Valentino, claro - afinal, Cacá de Souza, o RP da marca estava com elas -, e Ana Paula Junqueira (que hospedou as duas), de Balmain. Da moda, Isabela Fiorentino, Paula Mott, Cássia Ávila e Ana Claudia Michels, loira e linda. Do high society, Tania Derani, Tania Piva de Albuquerque, Cris Saddi, Cicila Street e muitas mais.

ALICE LIMA FOTOGRAFIA
Eliana Tranchesi enxuga a lágrima da filha. O pai, Bernardino Tranchesi, se emociona

Da televisão, Hebe Camargo reinou absoluta com seu conjunto de rubis e brilhantes e eterno sorriso. Luciana Gimenez , de tiara cobrindo o cabelo e a testa, da designer Ana Khouri, se sentia homenageada a cada vez que via suas iniciais LG, num docinho aqui, numa almofada ali. Eram, na verdade, as primeiras letras dos nomes dos noivos - Luciana e Guilherme, aplicadas em dourado nos detalhes da festa, mais um capricho de Eliana.

Incansável, a mãe da noiva ia de grupo em grupo cumprimentando a todos com abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim. Sem dúvida, era uma mãe feliz.

A festa foi até as cinco da manhã. Do pai da noiva à numerosa turma amiga de Lu e Gui, ninguém parecia disposto a encerrar a noite. Mas quando os pés, em cima dos saltos, exaustos de tanta festa, entregavam os pontos, as moças recebiam tudo o que precisavam: flip flops (chinelinhos) de verniz dourado da 284 - a novíssima marca de Lu Tranchesi e dos irmãos Dinho e Marcela e Heleninha Bordon (filha de Donata). Na saída, outros mimos: pequenos corações embrulhados em trouxinhas de tule e bem-casados.

E mais ainda: garrafinhas de água distribuídas nos carros dos convidados. Sim, eles também pensaram nisso. E, convenhamos, depois de uma festa assim, não há nada mais perfeito do que água fresca a bordo a caminho de casa. Um luxo!


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