- Anuncie
- Assine

 
 
 
Teatro // Home
 
- Edição Atual
- Anteriores
 
- Imagens
- Frases
- Urgente
- Moda
- Estilo
- Fernanda Barbosa
- Paulo Borges
- Agito
- Aconteceu
- Celebridade
- Reportagens
 
- Cinema
- Música
- Livros
- Teatro
- Gastronomia
- Televisão
 

Atualize-se com a
IstoÉ Gente!




- Fale Conosco
- Expediente
- Anuncie
- Assine
- Loja 3
 







Aquela Mulher
Antônio Fagundes dirige Marília Gabriela em monólogo inspirado na vida de Hillary Clinton

Marília preenche o palco com sua presença forte e tom de voz marcante

ELA NÃO DIZ SEU NOME, lugar onde mora ou em que ano vive. A figura feminina sobre o palco, no entanto, faz tantas referências a pessoas e questões da atualidade que essas respostas não fazem falta ao espectador.

Marília Gabriela se apresenta no monólogo Aquela Mulher, com direção de Antônio Fagundes. O texto introspectivo, construído a pedido da atriz e jornalista pelo escritor angolano José Eduardo Agualusa, tem também seus momentos cômicos.

A mulher em cena vive momentos de angústia à espera do anúncio de sua posse como nova presidente. A nação que governará, "a mais influente do mundo" segundo o texto, é a mesma que riu dela quando fôra traída por seu marido. O homem citado é o único que tem um nome: Bill. Qualquer semelhança com fatos reais não é mera coincidência.

Mas o monólogo não se destaca pela crítica à política ou ao machismo. A personagem fala sobre suas crises conjugais, as sensações trazidas pelo primeiro amor, a vergonha de ser passada para trás e do deboche público.

Não são exigidos muitos recursos de luzes e cenário. Marília preenche todo o palco com sua presença forte, expressão corporal e seu tom de voz marcante. (14 anos).
Nádia Pontes

SESC Consolação - rua dr. Vila Nova, 245, São Paulo, tel. (11) 3234-3000. Até 16/11.


Copyright © 2008 - Editora Três Ltda. - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução total ou parcial deste website, em qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização.
ContentStuff Media Solutions | Gestão de Conteúdo | CMS