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Os Mosconautas no Mundo da Lua
Efeitos em 3D não surpreendem, mas a história é bem divertida

As mosquinhas Nat, Scooter e Q.I. vão para o espaço

A GAROTADA que espera por imagens que saltam para fora da tela neste primeiro filme de animação concebido e produzido diretamente em 3D pode se decepcionar. Em Os Mosconautas no Mundo da Lua, a idéia do cineasta belga Ben Stassen é fazer o inverso: eliminar o "efeito janela" e transportar o público para dentro da ação. O resultado não é tão fabuloso assim, embora a reconstituição de cenas históricas do homem na Lua seja de incrível meticulosidade. A missão da Apollo 11, que em 1969 colocou os americanos na dianteira da corrida espacial, é o centro da trama estrelada pelas mosquinhas Q.I., Scooter e Nat.

Entusiasmados pelo avô de um deles, que se gaba por ter acompanhado a aviadora Amelia Earhart na travessia do Atlântico, os três decidem se infiltrar no primeiro foguete a levar o homem à Lua. São muitas as aventuras a bordo, e há a presença de moscas russas que planejam boicotar o retorno da nave - aí os pais precisam ilustrar os pimpolhos sobre a disputa entre Estados Unidos e União Soviética. Não há, porém, o humor sarcástico ou citações do universo pop que movimentam sucessos como Shrek e Carros. Mosconautas é um desenho nostálgico e ingênuo, ideal para crianças pequenas. (Livre) Suzana Uchôa Itiberê


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