- Anuncie
- Assine

 
 
 
Livros // Home
 
- Edição Atual
- Anteriores
 
- Imagens
- Frases
- Urgente
- Moda
- Estilo
- Fernanda Barbosa
- Paulo Borges
- Agito
- Aconteceu
- Celebridade
- Reportagens
 
- Cinema
- Música
- Livros
- Teatro
- Gastronomia
- Televisão
 

Atualize-se com a
IstoÉ Gente!




- Fale Conosco
- Expediente
- Anuncie
- Assine
- Loja 3
 







O Esquadrão Guilhotina
Mexicano faz misto de comédia e drama histórico com personagem quixotesco

Guillermo Arriaga, além de roteirista de cinema, também é escritor produtivo

UM DOS ROTEIRISTAS mais respeitados da América Latina (Babel e Amores Brutos), Guillermo Arriaga também é um escritor bastante produtivo. Depois dos bem-sucedidos Um Doce Aroma da Morte e O Búfalo da Noite, chega às livrarias O Esquadrão Guilhotina (Gryphus, 158 págs., R$ 29,90), misto de comédia e drama histórico, ambientado no início do século 20 do revolucionário mexicano Emiliano Zapata.

Nesse cenário conturbado surge Feliciano Velasco, um mascate que tenta vender guilhotinas para Pancho Villa. O invento, segundo ele, economizaria munição dos fuzilamentos e levaria terror aos adversários. Villa fica fascinado pelo artefato, e convoca Feliciano à força, colocando-o na chefia do tal Esquadrão Guilhotina.

Se no cinema Arriaga prefere cruzar várias histórias diferentes, na literatura sua montagem é mais linear. Há muito do humor de Cervantes (com uma pitada da sensualidade latina), no quixotesco Feliciano, arrastado para uma revolução com a qual não concorda, e também uma sátira ao uso político da mídia. Mas o que mais impressiona em Arriaga é sua habilidade em envolver o leitor com um estilo extremamente visual, que facilitaria uma adaptação para o cinema.
Marcelo Lyra


Copyright © 2008 - Editora Três Ltda. - Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução total ou parcial deste website, em qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização.
ContentStuff Media Solutions | Gestão de Conteúdo | CMS