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Paris
Elementos étnicos e tecidos futuristas dividiram espaço nas passarelas de verão da semana de moda francesa

Texto Bianca Zaramella

Karl Lagerfeld investiu no branco e no espírito rock'n'roll para criar a coleção da Chanel

 

O final da temporada francesa, encerrada no domingo 5, aponta para uma primavera/verão 2009 repleta de cores fortes e contrastes. Na capital francesa não existem tendências. Cada estilista aposta em sua história e o resultado é sempre surpreendente. Sonia Rykiel, nome tradicional da moda francesa, comemorou os 40 anos de sua grife com festa. Além de apresentar uma nova coleção, ela ganhou desfile surpresa com 30 looks de estilistas como Jean Paul Gaultier e Cristhian Lacroix, que interpretaram sua moda. O último dia de show foi de Marc Jacobs, que saiu do clássico e trouxe cores de inspiração étnica para a Louis Vuitton. A referência veio das vestimentas dos povos da África, Bali e Indonésia. Na passarela, modelos exibiam inúmeros acessórios seguindo a mesma linha tribalchic que pontuou a coleção de John Galliano para o verão 2009 da Dior. Modelagens com um "quê de anos 80" também pontuaram diversas coleções. Tecidos metalizados e formas duras marcaram a coleção criada por Christophe Decarnin para Balmain. No "time do futuro", entraram nomes como Comme des Garçons e Gareth Pug, que fez sua estréia com sucesso. Entre os estilistas tradicionais da moda francesa, valeu o império do branco, que apareceu em diversas coleções como a de Karl Lagerfeld para Chanel. A elegância máxima da grife francesa passará também pelo rosa, cinza e negro.

 


 

ESTAMPAS E ASSIMETRIA Homenagem de Christian Lacroix para os 40 anos da marca de Sonia Rykiel (1). Marc Jacobs misturou tecidos metalizados e referências africanas para a Louis Vuitton (2). Elementos futuristas e ombros marcados nos looks de Alexander McQueen (3). Alessandra Facchinetti, substituta de Valentino, apresentou o último desfile à frente da maison. Um dia após o show, Valentino a demitiu (4). Comprimentos assimétricos, como os de Ungaro (5), surgiram em diversas coleções

VESTIDOS PARA TODAS Stella McCartney (1) propõe tons neutros como o bege para um efeito leve. John Galliano resgatou elementos étnicos para as criações mais comerciais da Dior (2). Dai Fujiwara, estilista da grife Issey Miyaki (3), buscou referências no Brasil e criou uma coleção inspirada nas cores da Amazônia e nas formas de Oscar Niemeyer. Turkish Cypriot percorreu o universo marítimo para Hussein Chalayan (4). Vestidos de comprimentos assimétricos no desfile de Nina Ricci (5). Já o italiano Giambattista Valli (6) buscou imagens da Grécia antiga para criar seu cocktail dress


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