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Marília Pêra

AG.ISTOÉ

DIVULGAÇÃO/REDE GLOBO

Diz a lenda que Marília Pêra estreou no teatro com um ano e sete meses. Filha de atores, fez o papel que lhe era possível, o de um bebê. Oficialmente, a estréia foi em 1947, aos quatro anos, como filha de Medéia, que na tragédia grega mata suas crianças para punir o homem que a traiu. Tamanho drama logo de início não serviu de guia para a carreira. Ao lado desse gênero, a comédia e os musicais são igualmente importantes. A facilidade para a música vem dos estudos de piano e balé clássico. No palco, ela já foi Maria Callas (1992), Dalva de Oliveira (1987) e Carmen Miranda (1971 e 2005). As aulas de dança ajudaram a forjar o corpo e as maneiras elegantes com as quais é sempre associada, o que não a impediu de fazer personagens marginais, como em A Vida Escrachada de Joana Martini e Baby Stompanato (1970 e cuja foto ilustra esta página) e Roda Viva (1968), quando um grupo anticomunista invadiu o teatro e espancou os atores. As personagens requintadas não deixam de ser marcantes, como em Mademoiselle Chanel (2004), no teatro, ou a Gioconda de Duas Caras (2007), na tevê. No cinema, fez parte de produções importantes, como Pixote (1980) e Dias Melhores Virão (1989). Atualmente, Marília dirige pela segunda vez O Mistério de Irma Vap, cuja primeira versão ficou 11 anos em cartaz, além de Doce Deleite. A atriz também prepara sua volta aos palcos ainda esse ano.


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