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Busca Implacável
Luc Besson co-produziu e co-escreveu longa que lembra fitas de Steven Seagal

DIVULGAÇÃO
O irlandês Liam Neeson interpreta um ex-agente da CIA

O THRILLER Busca Implacável é o mais novo feito do cineasta Luc Besson. Ele se transformou, nos últimos anos, no grande mestre dos filmes de ação na França. Estabeleceu seu nome como realizador de produções cult como Subway (1985), Imensidão Azul (1988) e O Profissional (1994), além do muito reprisado na tevê O Quinto Elemento (1997), que foi quando iniciou sua relação com a atriz, roqueira e modelo Milla Jovovich. Na atual década, dirigiu apenas a fantasia romântica Angel-A (2005) e a animação infantil Arthur e os Minimoys (2007), mas anda muito ativo como roteirista e produtor para uma vasta linha de fitas de ação, a maioria lançada aqui diretamente em DVD. O produto mais conhecido dessa leva é a franquia francesa Taxi, com quatro filmes, e que em 2004 gerou um fiasco norte-americano com Gisele Bündchen como uma bandida.

Agora Besson co-roteiriza e co-produz mais este longa de ação, que já circulou o mundo, mas estréia no Brasil na sexta-feira 3 e nos EUA apenas em janeiro de 2009. O ator irlandês Liam Neeson, indicado ao Oscar por A Lista de Schindler (1993), interpreta um ex-agente da CIA que, divorciado, ama sua filha de 17 anos (Maggie Grace) acima de tudo. Ele reluta, mas concorda que ela viaje com uma amiga para a Europa. Em Paris, a jovem logo cai nas mãos da máfia albanesa, envolvida com o tráfico de mulheres. O agente precisará desenferrujar suas habilidades para rastrear e eliminar alvos.

É um filme rápido (93 minutos), de ação intensa e truculenta. Lembra o tempo todo o estilo dos longas que consagraram Steven Seagal no final dos anos 1980, como Nico - Acima da Lei (1988) e Difícil de Matar (1990). É descerebrado, viril e funciona desta forma, desde que o espectador não espere mais que isso. O jovem diretor Pierre Morel, protegido de Besson, cumpre bem sua função e realiza um filme redondo nas cenas de ação, mas cuja truculência de entrecho afastará os mais exigentes. Curioso é ver um ator de formação teatral e respeitado como Neeson liderar uma produção tipicamente B e com moral duvidosa. Será que ele precisa quitar alguma dívida? (Classificação indicativa: a conferir)

Christian Petermann


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