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A prova de Grazi
Para a atriz, ser protagonista na Globo é como ter uma bomba-relógio nas mãos. Feliz com o desafio, ela fala de Cauã Reymond e do desejo de casar e ter três filhos

TEXTO MACEDO RODRIGUES E ROSANGELA HONOR FOTOS ANDRÉ PASSOS BELEZA ALÊ DE SOUZA MAIÔ-CORSELET ANDRÉ

 



Vestido GIVENCHY Sandálias NK STORE Cinto ANDRÉ LIMA Colar MARIA OITICICA

''Que venham as críticas, estou preparada''

O ensaio fotográfico em uma suntuosa suíte do hotel Copacabana Palace, no Rio, estava marcado para as 14h da nublada tarde da quinta-feira 18. Pouco antes do previsto, Grazielli Massafera avisa que vai se atrasar. Trinta minutos depois, a nova estrela da Globo chega radiante à suíte 605. De jeans, camisa sequinha em tons de cinza e azul, cabelos presos em um coque despretensioso e um sorriso estonteante, ela cumprimenta toda a equipe e, de cara, faz uma brincadeira ao ver sobre a mesa uma barra de chocolates no formato de uma caixinha. "É cenográfica? Eu nunca vi chocolate assim, vou começar pela tampa", brinca, antes de devorar uma de suas tentações prediletas. Foi o início de uma tarde regada a bom humor.

Antes de começar a maquiagem, ela se joga na confortável cama da suíte. "Hum... caminha macia, chocolate gostoso... o que mais posso querer?", diz, piscando maliciosamente os olhos de gata. "Só falta o bofe", brinca o maquiador Alê de Souza, antes de Grazi soltar uma sonora gargalhada. "Sim, falta o bofe!", responde. Enquanto é maquiada, saca seu iPod e duas caixinhas de som portáteis. Ouve de Rihanna a Carla Bruni e cantarola versos de "Vamos Comer Caetano", de Adriana Calcanhotto.

A entrevista só aconteceu 24 horas depois, no restaurante Garcia & Rodrigues, no bairro do Leblon. Beliscando pãezinhos, ela contou como tem se sentido às vésperas de estrear como protagonista de Negócio da China, a nova trama de Miguel Falabella. "Quando vejo qualquer coisa relacionada à novela me dá um friozinho na barriga, mas se eu tivesse medo de tudo não saía de Jacarezinho", sintetiza, referindo-se à sua pequena cidade natal. "Estou dando minha cara a tapa mais uma vez", reconhece. Disse ainda que está preparada para as críticas que possam surgir em seu mais novo desafio. "Não sou uma atriz madura, não sou. Mas é preciso coragem para seguir em frente e vencer na vida", admite. Durante a entrevista, Grazi falou de seu namoro com Cauã Reymond, de seus sonhos ao lado do ator e de sua vida como a nova queridinha da televisão brasileira.

Como você está às vésperas da estréia como protagonista?
Não adianta antecipar sofrimento ou vitórias. Cada coisa vem na sua hora. Mas o frio na barriga não me abandona mais. Quando vejo qualquer coisa sobre Negócio da China vem o frio na barriga. Estou ansiosa, mas também não tem como não estar. Estou nervosa, roendo um pouquinho de unha, mas estou feliz também. É mais um trabalho e as críticas virão, as boas, as ruins. É um trabalho psicológico. Digo que estou forte, tenho que estar. Que venham as críticas, estou preparada.

Regravar cenas é comum, mas com você teve uma repercussão enorme...
Isso faz parte da minha história, de como comecei. Todo mundo quer mais de mim. Vou sempre lidar com esta curiosidade além do ponto, além do normal. Faz parte da história de como apareci nesse mundo de TV e celebridades. Esse é um precinho que eu pago. Agora, a novela não depende só de mim. Acho injusto quando as pessoas pegam o protagonista como Jesus para lascar o pau.

Achou necessário regravar a cena que te pediram?
Achei, estava meio tensa no momento. Era o primeiro dia de estúdio, sou inexperiente e faz parte a gente sentir medo e nervosismo. O negócio é guardar o medo numa caixinha e dizer "fica aí porque agora é a vez da coragem". Sem coragem ninguém cresce. Se eu tivesse só medo, não saía de Jacarezinho. Estou dando minha cara a tapa mais uma vez. Já tive pesadelos, já acordei no meio da noite falando o texto, mas sigo em frente.

Que nota dá a seu trabalho neste momento?
Eu me dou cinco, estou passando de ano, mas sei que posso estudar, correr atrás e me sair melhor. Acho que a gente não pode pular etapas, mas às vezes você é obrigado a isso.

Pensou em desistir?
Já pensei várias vezes: "Ah, vou voltar para Jacarezinho". Mas pensar não é executar... Eu dei umas amareladas, mas foi coisa passageira. Logo depois digo: "Vai, menina, acorda".

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