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Promessas de um Cara de Pau
Kevin Costner está adorável na pele de um sujeito cheio de defeitos

Fotos: DIVULGAÇÃO
É da relação de Bud (Costner) com a filha que o filme extrai seu valor

KEVIN COSTNER pode não ser um James Stewart. E o diretor Joshua Michael Stern tem muito a aprender se quiser chegar aos pés de Frank Capra. Mas Promessas de um Cara de Pau resgata a mensagem edificante e o clima otimista de clássicos como Do Mundo Nada se Leva e A Mulher Faz o Homem. Se nos anos 30 e 40 Capra usou o cinema para reafirmar sua fé na América, que se recuperava da Grande Depressão, esta sátira política tem o timing ideal, com a iminente eleição presidencial norte-americana e a grave crise financeira. O protagonista, Bud (Costner), é um pai solteiro desinteressado da vida. Só quer saber de dormir, pescar e beber. A filha de 12 anos (a ótima Madeline Carroll), ao contrário, é cidadã NÃO HÁ UM ÚNICO HOMEM em cena. Mulheres - O Sexo Forte é um filme de mulheres, com mulheres e para mulheres. Já era assim no original de 1939, As Mulheres, que George Cukor dirigiu baseado na peça de Clare Boothe Luce. A batuta da nova adaptação está nas mãos de Diane English, que estréia no cinema após bem sucedida carreira na tevê. A falta de experiência se faz notar no excesso de closes e na visão adocicada dos infortúnios das protagonistas. Quem segura as pontas é o elenco encabeçado por Meg Ryan, Annette Bening, Debra Messing e Jada Pinkett Smith. A trama é movida a traições: do marido de Meg e dentro do círculo de amigas. É a velha história da mulher certinha que vê seu mundo perfeito ruir e tem de se reinventar para voltar a ser feliz. Previsível, mas gostoso de assistir. Meg ilumina a tela com beleza e a mesma simpatia dos tempos de Sintonia de Amor e Harry e Sally - Feitos um para o Outro. Os duetos com Annette, a mais espevitada e espirituosa da turma, são hilários. Mas é de Candice Bergen, no papel de uma mãe que já passou por tudo nessa vida, que Meg recebe os conselhos mais sábios - e curiosos para aquelas que levam à risca as dicas de relacionamento de revistas femininas. (Livre) (S.U.I.) exemplar e espera que ele cumpra seu dever cívico e vote. Não é bem o que acontece, mas um erro na computação da cédula de Bud deixa a disputa indefinida. A cidade onde moram vira um circo com a invasão da mídia e o assédio dos candidatos conservador e liberal, dispostos a tudo para angariar seu voto. A narrativa não toma lados, embora o retrato dos bastidores da campanha seja sugestivo. É da relação entre pai e filha - e da força transformadora desse amor - que o filme extrai seu valor. (10 anos) Suzana Uchôa Itiberê


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