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Caidaça
Espetáculo carece de doses mais generosas de humor e reflexão

Daniel Schenker Wajnberg

Stella Miranda é atriz, autora e diretora da peça

STELLA MIRANDA mergulha, em Caidaça, no mundo underground de uma outsider chamada Jesca Azurita, “a verdadeira falsa cantora de cabaré”, que fala sobre as suas experiências, entrecortadas pela evocação de um universo musical peculiar, com especial referência a Tom Waits. A questão da passagem do tempo vem à tona a partir de uma personagem que sente saudades do som do ruído dos discos e trava uma relação particular com a realidade. A conexão entre passado e presente é destacada ainda através de determinados elementos utilizados na montagem, como os vídeos de Samir Abujamra.

Mas o teor reflexivo não chega a se avolumar em Caidaça, que também não aproveita como poderia um eventual potencial cômico. Esta dispersão talvez deva ser creditada, em certa medida, ao acúmulo de funções assumidas por Stella Miranda – autora, diretora e atriz do espetáculo. E é como atriz que ela sobressai. Mesmo valendo-se de uma melodia vocal que parece estar se tornando freqüente em seus últimos trabalhos, Stella é uma profissional de recursos, que domina a cena. Restrições à parte, Caidaça traz uma proposta de mescla entre texto e música distante da maioria das investidas atuais. (14 anos)

Espaço Cultural Sergio Porto –
r. Humaitá, 163, Rio,
tel (21) 2266-0896. Até 5/10.


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